Professores municipais rejeitam índice oferecido pelo Executivo

Durante a assembleia, os dirigentes da entidade reforçaram a defesa do índice de 8,92% mais avanços na pauta de reivindicações

Por
· 1 min de leitura
Crédito:

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

Professores da rede municipal se reuniram, ontem à tarde, em Assembleia Extraordinária, que teve como pauta o dissídio da categoria. Na oportunidade, o magistério rejeitou, por unanimidade, a proposta de índice apresentada pelo Executivo na última reunião com o sindicato de 3,2% de aumento no salário e 3,2% de aumento no valor do ticket-alimentação.

 

Diante da negativa, os professores votaram pela rejeição do índice, deixando a assembleia em aberto e aguardando uma nova reunião com o Executivo, que deve apresentar um novo índice. Os professores destacaram, ainda, a importância de se avançar em temas como a regulamentação da Hora-Atividade e melhorar a proposta que diz respeito a Bolsa Mestrado.

 

Os docentes da rede municipal se encontram abaixo do Piso Nacional, ditado pela Lei 11738/2008, que teve como índice o percentual de 4,17% a contar de 1º de janeiro. Em Passo Fundo, o magistério já sai perdendo uma vez que a negociação salarial acontece somente em março e os professores perdem o reajuste nos primeiros meses do ano.

 

Durante a assembleia, os dirigentes da entidade reforçaram a defesa do índice de 8,92% mais avanços na pauta de reivindicações. O valor foi calculando considerando as perdas da categoria nos meses iniciais, causadas pelo atraso na negociação de acordo com o prazo estipulado pela lei federal.

 

“A categoria rejeitou a proposta de 3,2% de aumento do Executivo, porém nos mantemos abertos para as próximas negociações, na expectativa que os índices seguintes sejam mais próximos do que desejamos e que avancemos nas pautas de reivindicação, ” declarou o dirigente do CMP Sindicato Tiago Machado. Como a folha de pagamento do município é fechada até o dia 21, o aumento dos professores deve ficar para o mês de abril.

Gostou? Compartilhe