Sob protesto professores municipais aceitam percentual de 3,89%

O percentual fica abaixo do proposto pela lei do Piso Nacional (11.738), que apontava aumento de 4,17%

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Dezenas de professores da rede municipal de Passo Fundo se reuniram em Assembleia Geral da Categoria, ontem à tarde, para deliberar acerca do índice proposto pelo Executivo, de 3,89% de aumento no salário e 3,89% de aumento no valor do ticket-alimentação. O percentual fica abaixo do proposto pela lei do Piso Nacional (11.738), que apontava aumento de 4,17% e abaixo dos 8,92% defendidos pelo Sindicato dos Professores Municipais considerando os meses de perdas salariais (janeiro e fevereiro).

 

Com oito votos contrários e duas abstenções o clima da assembleia era de descontentamento e o sentimento de desvalorização era unanimidade. Na oportunidade alguns docentes pediram a fala para desabafar a respeito do que chamaram de 'desrespeito com a categoria, que vem tendo seu salário achatado nos últimos anos'.


Essa foi a última oferta da administração municipal neste processo. Na mesa de negociação em reunião realizada nesta quinta-feira o Procurador Geral do Município Adolfo de Freitas verbalizou que, caso a categoria não aceitasse este índice, não teria nenhum aumento no ano de 2019.
Para o dirigente da entidade, Tiago Machado, o resultado desta negociação demonstra a desvalorização institucional da figura do professor e destaca a esperança da categoria de que, já que o índice foi tão baixo, se possa avançar na pauta de reivindicações da categoria.


“Mesmo com indignação por conta dos sucessivos reajustes aquém do piso, a categoria deliberou por aceitar a proposta do Executivo. Ficamos no aguardo que a promessa de avançarmos na pauta de reivindicação, ainda no próximo mês, seja cumprida,” desabafou o professor.

 

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