OPINIÃO

Teclando

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· 2 min de leitura

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Entre pontas

Na vida mal apontamos e logo aprontamos. Quando não estamos na ponta, queremos despontar. Incisivas ou suaves, as pontas nos acompanham durante toda a nossa estada terrena. Praticamente, vivemos em busca da ponta de uma sequência de emaranhados. Estudamos para adquirir conhecimentos com a ponta do lápis. Para subirmos na vida desejamos chegar à ponta. Quando andamos, partimos de uma ponta para a outra. O sucesso dos jogadores de futebol vem pela ponta das chuteiras. Artistas plásticos despontam com a ponta dos dedos e dançarinos com os pés em ponta. Na escrita é necessária uma pena afiada, pois assim o pensamento flui em tinta pela ponta da caneta. Nos bons tempos dos discos de acetato e vinil, a qualidade musical falava alto em vibrações que vinham da ponta de uma agulha. Aliás, as pontas das agulhas são as mais versáteis: também costuram, injetam e, quando magnetizadas, ainda apontam caminhos. Hoje, claro, a tecnologia é de ponta. Mas a ponta pode representar uma metáfora, como a ponta de um iceberg. Enfim, não faltam pontas em nossas vidas. Sei que muitas pontas ficaram de fora. Não quero desapontar ninguém, porém sinto que estou me esquecendo de algo muito importante. Mas está na ponta da língua...

Belo trabalho
Os canteiros próximos ao trevo do antigo Cesec, hoje conhecido como da Caravela, receberam uma atenção especial. Além do corte da grama, a faxina foi geral e também acabou com as barracas montadas por ambulantes. Um belo trabalho, que propicia uma reflexão sobre a utilização de locais públicos. Essa atividade, tida como informal, não tem ônus como o do aluguel que é pago pelo comércio estabelecido. Seria permitido demarcar áreas em ruas ou avenidas para instalar lanchonetes, ainda com direito à utilização do passeio público? Certamente isso ocorreria através de concessões com as devidas licitações e contrapartidas. Mas, se permitido fosse, por uma questão de isonomia todos teríamos direito a um espaço. O meu poderia ser na Avenida Brasil ou no coração da Moron. 

Agilidade e bom senso
A Estátua da Liberdade da Havan já estaria com um pé em Passo Fundo. Isso é ótimo como mais um grande atrativo regional. Na condição de cidade-polo, significa um fluxo para reforçar a economia de Passo Fundo. Tem tudo para ser mais um referencial do Gigante do Norte. Sem pedir isenções fiscais, a Havan faz exigências que podem ser consideradas singelas. A primeira é a agilidade burocrática para viabilizar o empreendimento. A segunda é a garantia de liberdade para trabalhar aos sábados, domingos e feriados. Ou seja, pede objetividade e o exercício da lógica. Assim, longe de agouros rapineiros ou oportunistas, isso tudo dá pra tirar de letra. Já a terceira exigência é a autorização para erguer o símbolo da empresa, aquela Estátua da Liberdade com 33 metros de altura. Nada contra, contanto que não faça sombra ao Monumento do Teixeirinha.

Trilha sonora
De 1965, The Sandpiper, com Elizabeth Taylor e Richard Burton, ganhou o Oscar de melhor canção original em 1966. Dentre tantas, considero uma das melhores interpretações a de Vic Damone: The Shadow of Your Smile
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