Calor favorece proliferação do mosquito da dengue

Grande número de pessoas que chegam de viagem pode contribuir para que o mosquito volte a ser encontrado em Passo Fundo

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Agentes da dengue estão visitando todas as residências para evitar novos focos do mosquito da dengue. Em 2013 foram registrados 58 focos, enquanto em 2012 foram 19Agentes da dengue estão visitando todas as residências para evitar novos focos do mosquito da dengue. Em 2013 foram registrados 58 focos, enquanto em 2012 foram 19
Agentes da dengue estão visitando todas as residências para evitar novos focos do mosquito da dengue. Em 2013 foram registrados 58 focos, enquanto em 2012 foram 19

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As altas temperaturas combinadas com as chuvas da última semana favorecem o desenvolvimento do mosquito da dengue, o aedes aegypti. No município, depois de ter sido considerado infestado na metade do último ano, há pelo menos seis meses não são registrados novos focos, mesmo assim não se pode descuidar. Com o período de férias e o grande número de pessoas que viajam é possível que o mosquito chegue ao município e comece a se reproduzir novamente.

Durante todo o último ano foram registrados 58 focos de aedes aegypti. Segundo a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Passo Fundo Elonise Márcia Dalpiaz a ajuda da população é fundamental para que essa situação não se repita. A ocorrência de chuvas e altas temperaturas faz com que os insetos acelerem o seu ciclo e se desenvolvam mais rapidamente, por isso as pessoas devem estar atentas.

Desde que Passo Fundo passou a integrar a lista o plano de ação foi modificado e o trabalho segue intenso. “Estão sendo visitadas 100% das residências sendo que antes tínhamos ciclos de quatro visitas por ano em 10% das casas e agora estamos visitando todas as residências. Pretendemos fazer o melhor trabalho para manter o município sem mosquitos”, pontua Elonise. Atualmente, 30 agentes da dengue trabalham na fiscalização e cada um visita, em média, 40 residências diariamente. Na região, além de Passo Fundo, Carazinho, Espumoso, Marau, Não Me Toque e Tapejara também estão na lista de infestados da Secretaria Estadual de Saúde. Para sair da lista, é preciso que novos focos não sejam encontrados até o mês de junho.

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