OPINIÃO

Fatos - 16/07/2015

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Passo
A aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias pela Assembleia Legislativa, depois de uma exaustiva sessão que durou mais de sete horas, na terça-feira, foi o primeiro passo para que o governo realize um orçamento factível. A observação feita por lideranças do Executivo abre caminho para que o orçamento de 2016 seja o mais real possível. E isso passa por medir, inclusive, quanto se dará de reajuste aos servidores. O estabelecido pela LDO é 3%. Como contraponto surge a ameaça de paralisação. Ora, um Estado que não consegue sequer pagar a folha em dia (ela consome quase todo o valor arrecadado), tem atrasado o pagamento da parcela da dívida, não repassa valores correspondentes a serviços básicos como saúde e educação é muito óbvio que não poderá se comprometer com reajuste fora do que considera ponderável. Seria demagogia. A crise vivenciada com mais força agora é resultado de decisões erradas do passado. Persistir no erro significa a inviabilidade total da máquina pública. Um desgoverno, uma irresponsabilidade, um atraso e um desserviço para a população gaúcha. É hora de pensar no coletivo, não no corporativismo.

Palestra
O presidente estadual do PSB Beto Albuquerque estará em Passo Fundo na sexta-feira. Vai palestrar na reunião dos secretários municipais. Talvez surja novidades do encontro.

Capacidade
O advogado Ricardo Giuliani, que assumiu a defesa do deputado Diogenes Basegio, PDT, é um dos mais qualificados para o caso. Conhece como ninguém os meandros da Assembleia Legislativa. Na coletiva de ontem, em que apresentou a defesa do parlamentar, mostrou absoluta domínio do caso. Deu um nó nos jornalistas.

PDT
Lideranças do PDT esperam uma definição sobre as eleições do próximo ano. Sem uma chapa majoritária de peso, potenciais candidatos a vereador, como Luiz Miguel Scheis, podem desistir de concorrer. Luiz Miguel não tem intenção de disputar o Executivo.

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