Vereadores sugerem ensino de Libras e curso antirracismo nas escolas municipais

Ainda na CCDH, a Prefeitura de Passo Fundo encaminhou um pedido de autorização para adesão à Carta das Cidades Educadoras

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Foto: Comunicação/CMPFFoto: Comunicação/CMPF
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Os vereadores Indiomar dos Santos (SOLIDARIEDADE) e Michel Oliveira (PSB) sugeriram a adoção do ensino de Libras e de um curso antirracismo nas escolas municipais de Passo Fundo.

Na pauta da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos (CCDH) nesta semana, a indicação do vereador Indiomar da instituição da linguagem de Libras, de forma opcional, aos estudantes do sétimo e oitavo ano é justificada por uma visão voltada à formação de cidadãos comuns na Língua Brasileira de Sinais. "Libras é a segunda língua oficial do país, onde existem cerca de 10 milhões de surdos e que existem algumas legislações que discorrem sobre a capacitação e obrigatoriedade de intérpretes em espaços públicos", argumenta o parlamentar.

Ainda na CCDH, a Prefeitura de Passo Fundo encaminhou um pedido de autorização para adesão à Carta das Cidades Educadoras e ingresso na Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE) para trabalhar de maneira conjunta em projetos e atividades que "busquem a melhoria da qualidade de vida de todos que residem no município, com princípios na educação, equidade e direitos humanos".

Antirracismo

Na quinta-feira (15), o vereador Michel Oliveira (PSB) protocolou uma indicação ao Executivo Municipal de adesão do curso online "Antirracismo: como identificar e combater o racismo estrutural", ministrado pelo educador e ativista social Rafael Diogo dos Santos.

O tema, como indica o vereador, poderia ser utilizado de forma pedagógica nos centros de ensino municipais. "Racismo estrutural é o termo usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base na discriminação que privilegia algumas raças em detrimento das outras. Racismo é algo maior do que discriminação ou preconceito. Diz respeito a formas nem sempre conscientes e também coletivas de desfavorecer negros e indígenas e privilegiar os brancos", defende o vereador na justificativa.

O documento já foi anexado ao expediente para ser apreciado pelos demais parlamentares.




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