Grupos de convivência de idosos e oficinas devem retornar no próximo ano

Atividades foram suspensas pela pandemia

Por
· 1 min de leitura
Encontro foi realizado para debater o retorno (Fotos: Divulgação/PMPF)Encontro foi realizado para debater o retorno (Fotos: Divulgação/PMPF)
Encontro foi realizado para debater o retorno (Fotos: Divulgação/PMPF)
Você prefere ouvir essa matéria?

Após um ano e oito meses de interrupção pela pandemia, a Coordenadoria de Atenção ao Idoso discutiu com os líderes das unidades uma previsão de retomada dos encontros de idosos. A cidade tem 52 grupos de convivência e 25 oficinas promovidas pela Prefeitura, que envolvem mais de 3,2 mil idosos.

Em uma reunião realizada na tarde de hoje (28), a coordenadora de Atenção ao Idoso, Tânia Carraro, levantou a possibilidade de as atividades voltarem a ser desenvolvidas no início do próximo ano, desde que haja segurança para todos os envolvidos. “A nossa proposta é que o retorno seja gradual e que haja um ano cheio de atividades, iniciando em fevereiro e indo até dezembro. Antes, as ações iam de março a novembro”, afirmou.

Conforme Tânia, a maior preocupação é com a saúde dos idosos. “Estamos em contato frequente com os grupos e discutindo com o Comitê de Orientação Emergencial, o COE, o melhor momento. Até o ano que vem, todos os idosos já estarão com a terceira dose da vacina contra a Covid-19, o que é fundamental”, ponderou.

A proposta foi apresentada junto com o vice-prefeito, João Pedro Nunes. Ele reiterou que a pandemia ainda não acabou e que é preciso que todos os cuidados sejam preservados. “Precisamos seguir firmes com as medidas de prevenção”, considerou.

Também presente na reunião, o vereador Alberi Grando, que é médico e foi secretário de Saúde de Passo Fundo, explanou informações sobre a Covid-19 e reforçou as ações individuais necessárias para evitar o contágio e a transmissão da doença.


Para Maria Tereza Previati, de 72 anos, que pertence ao grupo ‘Unidos Venceremos’ do bairro Planaltina, o funcionamento dos grupos é importante para todos os idosos que os integram, mas o momento requer precaução. “Sou a favor de que as atividades recomecem no ano que vem, quando houver segurança. Os encontros do grupo são muito bons, sempre diferentes, com convivência e troca de informações, mas queremos ver todo mundo bem”, disse.

Gostou? Compartilhe