Pesquisa é realizada para avaliar a sensibilidade de métodos utilizados para a detecção de fraudes em leite

O estudo é desenvolvido pela acadêmica da UPF Caroline Bianchi

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A qualidade do leite consumido é uma constante preocupação dos técnicos e autoridades ligados à área de saúde e laticínios, bem como dos consumidores. Um dos problemas mais graves são as diversas fraudes que causam prejuízos econômicos, riscos à saúde dos consumidores, e, às vezes, problemas para as indústrias, como a diminuição do rendimento industrial. Muitos alimentos estão sujeitos às fraudes, mas o leite é um dos mais comumente adulterados.
 
Nesse sentido, a acadêmica Caroline Bianchi, do curso de Química (bacharelado) do Instituto de Ciências Exatas e Geociências da Universidade de Passo Fundo (Iceg/UPF), sob a orientação da professora Dra. Maria Tereza Friedrich, realiza uma pesquisa sobre a avaliação da sensibilidade de métodos utilizados para a detecção de peróxido de hidrogênio e cloretos em leite, por métodos qualitativos. A pesquisadora ressalta que além das perdas econômicas para as indústrias e produtores de leite, pode haver sérios problemas na saúde dos consumidores. “A ingestão do leite contaminado pode causar enjoos, inflamações, gastrite e danificar a membrana das células do estômago”, comenta Caroline.
 
A aluna ainda ressalta que o leite é o primeiro alimento do ser humano e continua a fazer parte da dieta. “Mesmo depois que crescemos, faz-se necessária a constante avaliação dos métodos para a garantia da qualidade do leite que consumimos”, disse.
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