Prefeitura garante normalidade dos serviços

Alimentação, medicação, limpeza, transporte e combustível foram assegurados pelo Prefeito de Passo Fundo

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Luciano apresentou um balanço da situação municipal

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Até o final de semana Passo Fundo continua com estoque, é o que assegurou Prefeito Luciano Azevedo, em entrevista coletiva realizada na tarde de terça-feira (29). Alimentos, remédios, produtos de limpeza, transporte público e escolar, além de combustíveis, estão disponíveis durante até domingo. Contudo, se a paralisação se mantiver na próxima semana, irá causar consequências no município. “Durante esses 10 dias de paralisação buscamos dar apoio aos caminhoneiros e compreender a razão deste movimento. Passado todo esse período, isso começa a ter consequências para todos os municípios do Brasil, inclusive Passo Fundo”, disse o Prefeito.


Balanço
A merenda servida nas escolas já começa a sofrer alteração no cardápio durante esta semana, devido à falta de alimentos perecíveis e hortifrútis, mas não será interrompida. A entrega de novos alimentos estava prevista para o dia 04 de junho, contudo, com a paralisação, está ameaçada. Carne arroz e massa ainda não foram recebidos. “Se esses itens vierem a falta na merenda, se deve exclusivamente a greve dos transportadores”, disse Luciano. Outro problema enfrentado nas escolas é em relação ao gás de cozinha, que não foi recebido durante os últimos dias e está sendo aproveitado do estoque armazenado. “Nós temos condições de levar isso até o final de semana. A partir da próxima semana podemos ter problemas de desabastecimento”, completou o prefeito.

 

O transporte escolar e público, seja através da empresa pública ou das concessionárias, continua funcionando normalmente com todas as linhas. Luciano garantiu que nada será mudado até o final de semana, mas que se mantiver o problema da entrega de mercadorias, terão que se reunir na sexta-feira para fazer uma avaliação sobre a possibilidade ou não de redução das linhas. A coleta de lixo também continua operando, no entanto, está com problemas para levar os resíduos até a usina, na saída para Marau. “Temos condições de manter até segunda-feira”, informa Luciano. Dificuldades também são encontradas no recolhimento do lixo urbano, que é levado até a saída para Soledade. “Está difícil fazer a troca de contêiner e também estamos com caminhões de limpeza da cidade parado nos bloqueios”, ressaltou Luciano Azevedo. O caminhão que executa a limpeza de poços escuros também havia sido bloqueado, mas já foi liberado.

 

Em relação a medicamentos, com uma ou outra exceção, o estoque está assegurado para esta semana. Uma grande entrega está prevista para a próxima semana, caso não ocorra, irá ocasionar falta de medicamentos na rede municipal. A Secretaria de Saúde está dando prioridade para viagens e deslocamentos mais urgentes. Nos CAIS, a coleta de exames de laboratório foi suspensa e na urgência é recomendado procura o Hospital da Cidade ou Municipal. Estoques de alimentos não perecíveis devem duram mais dez dias nas casas de apoio e de assistência social. O maiores problemas passam a ser hortifrutigranjeiros e gás de cozinha. Cerca de 110 famílias também recebem sacola do PAC, cuja entrega pode atrasar devido ao fornecedor não ter recebido alguns itens.

 

O asfalto da Refinaria Alberto Pasqualini, que a prefeitura recebe para às obras na Avenida Brasil, ainda não chegaram na cidade – o mesmo acontece com o asfalto de outras obras terceirizadas. No momento, tudo segue funcionando com o que está armazenado no estoque, como é o caso das obras no estádio Delmar Sitoni. Além disso, quatro caminhões e um trator estão presos na paralisação. “Um apelo aos manifestantes. Como eu havia dito no início, a prefeitura compreende e apoia o movimento, mas comunica que a partir desta semana começa a trazer prejuízos para toda população”, finalizou o prefeito de Passo Fundo, Luciano Azevedo.

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