Safrinha do feijão está praticamente encerrada

Os preços do feijão continuam aquecidos, sustentados pela forte demanda e estoques baixos

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A colheita do feijão safrinha está tecnicamente encerrada no Rio Grande do Sul. Segundo dados do Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, os preços do feijão continuam aquecidos, sustentados pela forte demanda e estoques baixos. Nesta semana, o valor médio da saca de 60 kg do feijão preto foi de R$ 133,60, subindo mais 1,01% em relação à semana passada. Na região Metropolitana, as lavouras estão em fase final e com boa evolução nos negócios com bons preços, entre R$ 200,00 a 230,00 a saca, sendo o maior valor na venda para merenda escolar dos municípios. Na região Centro Sul, em Camaquã, alguns agricultores familiares comercializam o feijão a quilo, (entre R$ 3,00 a 3,50 o quilo) negociando-o diretamente para pequenos mercados, restaurantes, consumidores urbanos e para pequenos comércios.

A semeadura do trigo evoluiu de forma diferenciada entre as regiões, sendo mais lenta do Norte para o Nordeste, devido às chuvas um pouco mais intensas na semana anterior. Do Centro para o Noroeste, o plantio seguiu praticamente normal, alcançando em alguns casos os 90% da área prevista. No momento, em termos de média estadual, o percentual de área semeada chega a 70%, o mesmo percentual da média histórica para este período. Os triticultores continuam conduzindo a semeadura com boa tecnologia, visando altas produtividades e boa qualidade de grão. Nas lavouras mais adiantadas, prosseguem as adubações em cobertura e o controle de pragas e moléstias fúngicas.

Numa das maiores áreas de produção de cevada no Estado, no entorno do Planalto Médio, a semeadura está chegando no final, atingindo 90% até o momento, e deverá ocupar área em torno de 15.000 ha na região. As lavouras encontram-se na fase de germinação e crescimento, com bom stand e padrão de lavouras. Os cuidados com a cultura concentram-se no controle das invasoras e das doenças.

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