Proteção do conhecimento é essencial para diferencial competitivo

Tema foi discutido nesta quarta-feira, 26 de setembro, na UPF, durante o Meeting de Inovação e Workshop do projeto Extensão Produtiva e Inovação

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Evento ocorreu, nesta quarta-feira, 26 de setembro, no auditório da pós-graduação da Faculdade de Direito, Campus IEvento ocorreu, nesta quarta-feira, 26 de setembro, no auditório da pós-graduação da Faculdade de Direito, Campus I
Evento ocorreu, nesta quarta-feira, 26 de setembro, no auditório da pós-graduação da Faculdade de Direito, Campus I

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“Proteção do conhecimento na pesquisa e na inovação” foi tema de mais uma edição do Meeting de Inovação e Workshop do projeto Extensão Produtiva e Inovação. A atividade é promovida pela Agência de Inovação Tecnológica da Universidade de Passo Fundo (UPF), UPFTec, e pelo Parque Científico e Tecnológico UPF Planalto Médio (UPF Parque). O evento ocorreu, nesta quarta-feira, 26 de setembro, no auditório da pós-graduação da Faculdade de Direito, Campus I. 
 
Participaram da programação do Meeting o superintendente estadual da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Valdir Miguel Langbeck, que falou sobre as “Medidas básicas de proteção do conhecimento sensível”; o pesquisador em propriedade industrial do Instituto Nacional da Propriedade Industrial/RS, Roberto Marques Strohaecker, que abordou os “Aspectos relativos à propriedade industrial”; e o sócio e agente da Leão Propriedade Intelectual, Milton Lucídio Leão Barcellos, que palestrou sobre o tema “Inovando através da identificação, proteção e potencialização das propriedades intelectuais”. A mediação dos debates foi feita pelo coordenador do UPFTec, Giezi Schneider.
 
Em um momento em que as pessoas estão altamente qualificadas para obter dados e com uma evolução tecnológica acelerada, as instituições precisam se preocupar em proteger seus conhecimentos. “Estamos abordando neste encontro os cuidados que as empresas e a Universidade precisam ter no uso das informações que podem ser estratégicas no desenvolvimento de pesquisas e como resultados de inovação. Como tratar informações sigilosas, informações que podem interferir na viabilidade de uma proteção na forma de uma patente ou cultivar, por exemplo”, explicou o coordenador do UPFTec.
 
Um dos palestrantes abordou a capacidade de identificar, proteger e potencializar as criações intelectuais, desde a forma interna na empresa até a apropriação via marcas, patentes, direitos autorais, know-how, entre outras formas. “A ideia é entender como as empresas fazem uso dessas estratégias de proteção e de potencialização desses ativos intelectuais no mercado para finalmente gerar um diferencial competitivo, e não apenas ser títulos, propriedades que se colocam na parede, usando de forma protetiva. O propósito é que isso possa ser usado de forma competitiva, que seria de inibir terceiros de copiar, e, com isso, poder atribuir certos preços prêmios nos produtos e serviços e ter um diferencial competitivo”, comentou o sócio e agente da Leão Propriedade Intelectual.
 
O superintendente estadual da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Valdir Miguel Langbeck, falou sobre as “Medidas básicas de proteção do conhecimento sensível”, que é todo conhecimento, sigiloso ou estratégico, cujo acesso não autorizado pode comprometer a consecução dos objetivos nacionais e resultar em prejuízos ao país, necessitando de medidas especiais de proteção. Langbeck ressalta que conhecimento é expressão de poder e vantagem competitivo. “Conhecimento significa riqueza, e como qualquer riqueza, deve ser protegido contra ações adversas”, enfatizou Langbeck.
 
A próxima edição do Meeting de Inovação será em outubro e deverá trazer representantes da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação para debater as alternativas de captação de recursos para inovação para empresas e Universidade.
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