Uma coleção brasileira

Museu de Artes Visuais Ruth Schneider apresenta a coleção de Paulo Dallacorte, repleta de gravuras de renomados artistas do país

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De Tarsila do Amaral a Iberê Camargo, a arte se expande. Ganha diferentes formas, rumos e cores. Caracteriza-se pela essência que carrega. Quando diferentes essências se acumulam, a arte transborda no formato de uma coleção. Coleções são a semente dos museus e logo se tornam corpo e alma da entidade. Fazem com que o conhecimento se enriqueça e se amplie no diálogo com os elementos recolhidos e reunidos como testemunhos vivos da arte, da história, da ciência e da vida. “Uma coleção de arte não é uma mera acumulação de obras. Colecionar é uma opção vital que envolve paixão, pesquisa, dedicação”, assim começa a apresentação da exposição Artistas Brasileiros na coleção Paulo Dalacorte. O texto feito por George Kornis, amigo do colecionador e considerado por ele padrinho da coleção, iniciada há algumas décadas, define a proposta da exposição com curadoria de Mariane Loch Sbeghen.

Exposta no Museu de Artes Visuais Ruith Schneider, a mostra apresenta 90 gravuras com técnicas e temáticas variadas, produzidas por artistas renomados como Osvaldo Goeldi, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Cândido Portinari - autor da obra que ilustra a página do Segundo - , Iberê Camargo, Nuno Ramos, Nelson Leiner, Beatriz Milhazes, Tomie Othake e não só esses. Ocupando três das quatro salas do MAVRS, além do hall, a exposição integrou a 12ª Semana Nacional de Museus. No evento, a temática explorada, “Museus: as coleções criam conexões”, propôs a reflexão acerca das inúmeras possibilidades de uma coleção e suas diversas aplicações. Em Passo Fundo, Artistas Brasileiros na Coleção Paulo Dallacorte marca o dia Internacional de Museus e o aniversário do próprio MAVRS - celebrados no último domingo, 18 de maio.

A exposição poderá ser conferida até o dia 03 de agosto, o Museu funciona de terça á sexta das 8h30 ás 17h30 e aos sábados e domingos das 13h30 ás 17h30.

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