Indicador de Incerteza da Economia sobe 5,5 pontos

Escrito por
,
em

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

O Indicador de Incerteza da Economia, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 5,5 pontos de março para abril e alcançou 113,2 pontos. Com o resultado, ele acumula 10,7 de alta em um bimestre e volta ao patamar considerado de “incerteza elevada”, que vigorou de 2015 a 2017.

 

Segundo a FGV, a incerteza econômica “continua em alta e parece não dar sinais de arrefecimento. Além dos motivos internos, como as eleições em outubro e a situação fiscal, que continuam em aberto, parece que o mundo também resolveu exportar incerteza para o Brasil.

 

Destaque para “o aumento do preço do petróleo, o aumento do protecionismo da Era Donald Trump e consequentes tensões comerciais entre Estados Unidos e China, e a expectativa de aumento da inflação e juros americanos”, diz nota da FGV.

 

Dos três componentes do Indicador de Incerteza da Economia, a maior alta na incerteza foi observada no indicador de mídia, que se baseia na frequência de notícias com menção à incerteza e que cresceu 5,3 pontos.

 

O indicador de expectativa, baseado nas previsões de especialistas para a taxa de câmbio e para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), cresceu 4,1 pontos. Já o indicador de mercado, que se baseia na volatilidade do mercado acionário, medido pelo Ibovespa, teve a alta mais moderada: 1,0 ponto.

Gostou? Compartilhe