Setor agropecuário teve maior índice de rotatividade em 2017

Pesquisa é desenvolvida pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Gestão de Pessoas ?EUR" CEGEPE da IMED Business School

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O setor da Agropecuária foi o que obteve maior Índice de Rotatividade de Pessoas no Rio Grande do Sul no ano de 2017, segundo pesquisa desenvolvida pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Gestão de Pessoas – CEGEPE da IMED Business School. O objetivo desse índice é manter a sociedade atualizada sobre a taxa de desocupação da mão de obra, por setor de atuação.  Em primeiro lugar, a agropecuária ficou com uma margem de 10,8%, seguido dos setores da construção civil (7,8) e do comércio (6,7). O mesmo panorama se reflete na região Sul do Brasil (9,1; 7,9; 6,8, respectivamente) e no Brasil (8,3; 7,3; 5,8, respectivamente), como mostra a Tabela 1. No acumulado do ano em todos os setores, o Rio Grande do Sul manteve seu índice de rotatividade (4,9) menor que do Sul do Brasil (5,1) e maior que o do Brasil (4,6).
 
Em comparativo ao ano de 2016, no Brasil, no Sul do Brasil e no Rio Grande do Sul, mantiveram-se os mesmos setores em destaque em relação à rotatividade, tendo em primeiro lugar, o setor da agropecuária, seguido da construção civil e do comércio. Porém, no Rio Grande do Sul, teve um pequeno aumento da rotatividade nos três setores, diferente do Sul do Brasil, que diminuiu seu índice de rotatividade na construção civil e manteve a mesma no comércio e na agropecuária.
 
O Brasil, dos três setores em destaque, teve um aumento apenas na construção civil no ano de 2017, mantendo os outros dois setores abaixo do índice de rotatividade de 2016. Em relação ao acumulativo do ano, o índice de rotatividade se manteve igual em relação ao Sul do Brasil (5,1) e ao Brasil (4,6) e com um pequeno aumento no Rio Grande do Sul (4,8).
 
Já no índice de variação de emprego, que indica a diferença entre admissões e desligamentos, da região norte do RS, entre as cidades analisadas, o setor de extrativa mineral é o que apresenta maior variação negativa de empregos. Isso significa que em 2017, a extrativa mineral demitiu mais empregados do que contratou, com exceção de Passo Fundo e Marau (índice de variação de emprego = 0,06 e 0,0, respectivamente). Já o setor de serviços foi o que mais contratou, em relação às demissões, exceto em Carazinho que teve um índice de -0,2.
 
Em relação ao ano de 2016, o índice de variação de emprego na região Norte do Rio Grande do Sul teve uma melhora em 2017, com exceção do setor de extrativa mineral, serviço industrial de utilidade pública e administração pública, que teve um aumento negativo. A construção civil fechou 2017 no negativo, porém com um resultado melhor do que no ano anterior, onde foi o setor que apresentou a maior variação de empregos. Participaram do desenvolvimento do índice as professoras Dra. Shalimar Gallon (PPGA/ IMED) e Me. Alessandra Costenaro Maciel (Coordenadora de Pós-Graduação Latu Sensu), acompanhadas da aluna de graduação da IMED Business School, Larissa Nardes.

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