Queda na apreensão de mercadorias irregulares

Receita registra queda na apreensão de mercadorias que entram irregularmente no país

Por
· 1 min de leitura

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

A apreensão total de mercadorias resultante da atuação da Receita Federal nas áreas de fiscalização, repressão e controle sobre o comércio exterior (inclusive bagagem) registrou queda em valores de 3,5%, chegando a R$ 738 milhões no primeiro semestre do ano, informou o Subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Ernani Argolo Checcucci Filho.

Segundo o secretário, a queda no volume de apreensão da Receita Federal decorre da percepção de que a entrada irregular de mercadorias hoje no Brasil envolve maior risco. Outro fator que também contribuiu para a diminuição das apreensões foi a menor atratividade exercida pelos produtos importados em decorrência do aumento do dólar.

Entre as mercadorias apreendidas, estão produtos falsificados, tóxicos, medicamentos, armas, munições e drogas. Um dos destaques, informou o subsecretário, foi a apreessão de medicamentos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em Cumbica, São Paulo.

A Receita informou ainda que a apreensão de medicamentos aumentou em 102,96%, alcançando R$ 7,891 milhões. Houve ainda crescimento no valor das apreensões de cigarros, com incremento de 103,17%, ou seja passou de R$ 61,053 milhões para R$ 124,045 milhões.

De acordo ainda com os números da Receita, foram realizadas 1.585 operações de vigilância e repressão no período. Este número representa um crescimento de 11,93% em relação ao mesmo período do ano passado, embora o valor das apreensões tenha caído.

Gostou? Compartilhe