A melhor edição do Transcatarina

Problema mecânico tirou Sérgio Ricci da prova

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Lenger e Ricci pouco antes da largadaLenger e Ricci pouco antes da largada
Lenger e Ricci pouco antes da largada
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Sábado, 13, terminou o 11º Transcatarina – um dos maiores ralis de regularidade do País e, que a cada edição, consegue se superar. E final de Transcatarina é sempre uma grande alegria! A euforia dos participantes ao passar pelo pórtico de chegada era contagiante, mas, ao mesmo tempo deixava aquele “pinguinho” de tristeza pelo término, afinal é hora de voltar à realidade e se despedir dos amigos que as trilhas trouxeram com a certeza de expectativas renovadas para o próximo ano. O evento começou na última terça-feira, 09, em Fraiburgo (SC), com 193 veículos inscritos nas categorias de competição: Máster, Graduado, Turismo, Turismo Iniciante e Turismo Light; e de passeio, Passeio Radical e Adventure. O grupo percorreu 15 munícipios catarinenses, com pernoites em Caçador e Rio Negrinho. A festa da chegada foi em Blumenau, na Vila Germânica, e teve o barulho dos motores como repertório.

Seis anos no Transcatarina
O piloto passo-fundense Sérgio Ricci é nome certo no Trasncatarina. Este ano ele repetiu a parceria com o navegador André Luiz Lenger, de Chapecó. A dupla vinha fazendo uma boa prova, despontando nas posições iniciais da categoria Graduados. Sérgio Ricci conta que “quebrou o suporte da barra de direção”, o que inviabilizou que seu Jeep Wrangler completasse as próximas etapas em nível de competição. Mas o resultado não significa uma decepção com o rally. “A prova foi excelente, estava uma maravilha. Já há seis anos que venho participando e este ano foi a melhor que teve. Pena que quebramos. Foi uma prova muito bem organizada”, contou Ricci. E será que ele disputará a próxima edição? “Com certeza”, disse enfático.

 

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