Campeões promovem reencontro

Time conquistou a Segunda Divisão em 1986 pelo Passo Fundo

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Flávio, Doval, Castor, Walmor, Luiz Emílio e o capitão Darci MuniqueFlávio, Doval, Castor, Walmor, Luiz Emílio e o capitão Darci Munique
Flávio, Doval, Castor, Walmor, Luiz Emílio e o capitão Darci Munique
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Um dos mais importantes títulos esportivos de Passo Fundo foi conquistado em 1986, quando o Esporte Clube Passo Fundo venceu a Segunda Divisão do Campeonato Gaúcho. Passados 33 anos, os campeões ainda não tinham se reencontrado. Muitos, sequer conversaram novamente. No último sábado, 12, foi realizado o 1º Encontro dos Campeões de 1986. Então, finalmente, o elenco que conquistou o título e garantiu uma vaga na Divisão Especial reuniu-se em Passo Fundo. A festa começou no Vermelhão da Serra, por onde desfilaram os nomes que construíram uma história em campo. Um elenco maduro, formado por craques com idade entre os 50 e 69 anos, demonstrou a mesma unidade da campanha de 1986. As características individuais não mudaram e a imagem era de uma exibição no túnel do tempo.
 
Iniciativa própria
Mesmo passados 33 anos, os campeões nunca haviam sido reunidos para uma homenagem, por parte do clube ou mesmo da comunidade. O encontro foi uma articulação dos próprios campeões. A ideia surgiu quando Castor e Flávio se encontraram no Facebook. Então criaram um grupo pelo whatts e articularam um encontro. A organização ficou por conta do Volmir Tellecken (Toco) e Ricardo Attolini. A programação foi simples e teve uma partida de futebol e um almoço de confraternização. No jogo também marcaram presenças o massagista Tartaruga, o médico Wilson Heurich e muitos outros que acompanharam a campanha vitoriosa.
 
Confraternização
O grupo reuniu-se na chácara de Jair Calherão, no Distrito São João. Por lá estiveram nomes como Darci Munique, Zé Ricardo, Mazaropi, Alfredo, Walmor, Flávio, Donizete, Doval, Castor, Mauro, Luiz Emílio, André, Jackie, Ricardo, Toco e o preparador Carlinhos Almeida. Muitos vieram de longe e trouxeram familiares. Alguns não conseguir vir para a festa. Um deles foi Raul Tagliari, primeiro técnico do grupo, que não veio para preservar a saúde. Não faltou alegria e muita emoção a cada abraço. Os que já partiram foram reverenciados. As histórias rolaram de pé em pé. As palavras emotivas provocaram lágrimas e aplausos. Mesmo 33 anos depois, o grupo demonstrou a mesma unidade. O elenco manteve a mesma conduta de vestiário pautada pelo saudoso técnico Paulo Sérgio Polleto: respeito. E, com muito respeito e unidade, a turma promete um novo encontro para breve. Os campeões merecem!
 
 
 
 
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