A primeira Copa com árbitro de vídeo

Tecnologia pode ser usada em situações de dúvidas sobre gols, pênaltis, cartões vermelhos e identificação de jogadores

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Wilson Seneme conduziu palestra para o time brasileiro sobre o árbitro de vídeo

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A Copa do Mundo ainda não começou, mas já entrou para a história. Se 2014 foi o primeiro Mundial com auxílio da tecnologia da linha do gol, a grande novidade de 2018 será o árbitro de vídeo - Video Assistant Referee. O VAR, como é conhecido, já foi utilizado em competições da Fifa, como a Copa das Confederações e o Mundial de Clubes. No entanto, o uso só poder ser feito durante quatro situações de jogo: gols, marcações de pênaltis, cartões vermelhos e identificação de jogadores.

 

Decisão correta
Se a ideia é diminuir o número de erros, analisar o momento mais importante de uma partida é crucial. O VAR pode entrar em ação após um gol e avisar sobre uma possível irregularidade, ou o próprio árbitro pode pedir o auxílio da tecnologia. Na marcação de um pênalti, o papel do VAR é garantir que a decisão correta seja assinalada – marcando ou não uma penalidade máxima. Em caso de uma entrada mais dura, também pode ser usado para verificar novamente o lance antes de mostrar um cartão vermelho. O último recurso da tecnologia é auxiliar na identificação de um jogador. Nessas situações, o árbitro de campo pode recorrer ao auxílio do árbitro de vídeo ou checar o lance em um monitor na beira do gramado. Ao contrário do tênis, os jogadores não podem desafiar o árbitro para verificar um lance, podendo ser punidos com cartão amarelo.

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