?EURoePolo regional de desenvolvimento de esporte e lazer?EUR? consolida resultados positivos com a comunidade

Projeto de extensão da UPF realiza atividades junto à Associação dos Surdos de Passo Fundo (ASPF), que, com sua equipe de futsal, obteve uma nova vitória na Liga Gaúcha de Futsal de Surdos

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Equipe da ASPF

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É dever do Estado apoiar e promover o desenvolvimento do esporte e do lazer, nas suas diversas manifestações, como um fator importante de desenvolvimento humano, contribuindo para a formação integral em todas as faixas etárias (Artigo 217 da Constituição Federal). As políticas do esporte e do lazer devem ser amplas e direcionadas para todos os segmentos da sociedade, respeitando as diversidades e produzindo valores, como a solidariedade, o respeito, a tolerância e a cooperação, de forma a valorizar a identidade cultural e a promover a saúde e a qualidade de vida.

 
Nesse contexto, a Universidade de Passo Fundo (UPF), por meio da Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários e da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (Feff), desenvolve o projeto de extensão “Polo regional de desenvolvimento de esporte e lazer”, o qual, a partir de parcerias com entidades, possibilita a participação de seus integrantes em competições esportivas de diversas modalidades. Um exemplo desse trabalho conjunto é o da Associação dos Surdos de Passo Fundo (ASPF), que, com a sua equipe de futsal, conquistou mais uma vitória pela Liga Gaúcha de Futsal de Surdos.  Na partida acompanhada por um ginásio lotado, ocorrida no sábado, 28 de julho, em Passo Fundo, o time goleou o adversário, Sociedade de Surdos de Esteio (SSE), por 9x4, garantindo 100% de invencibilidade na competição.
 
Com o resultado, a ASPF tem a melhor campanha do campeonato, e, atualmente, conta com o jogador Pedro Henrique Rocha Oliveira como o artilheiro do torneio. Ainda no jogo de sábado, o atleta interpretou o hino nacional na língua brasileira de sinais. O grupo retorna às quadras no dia 15 de setembro, tendo mais um tempo para qualificar os aspectos físicos, técnicos e táticos. Segundo o técnico Alex Luís Emiliavaca, o processo de construção ao longo dos seis anos de parceria com o projeto de extensão revela que os amparos estruturais, didáticos, técnicos, testes e pesquisas estão sendo importantes para que a equipe ganhe cada vez mais em rendimento, apontando a ASPF como uma das principais equipes do Rio Grande do Sul.
 
Para a coordenadora do projeto, professora Me. Lorita Maria Weschenfelder, percebe-se uma evolução constante do grupo de surdos atletas de Passo Fundo e região, evidenciando que o trabalho coletivo tem papel fundamental com a comunidade, envolvendo, além da ASPF, a Associação de Tradutores e Intérpretes de Passo Fundo (ATILS) e a Associação de Pais e Amigos dos Surdos (APAS).
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