Defesa Civil reúne técnicos para analisar efeitos de La Niña no RS

O objetivo é elaborar estratégias e medidas para mitigar os efeitos dessa condição meteorológica

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Modelo disponibilizado pelo International Research Institute for Climate Prediction (IRI) indica início do período de La Niña (Foto: - IRI)Modelo disponibilizado pelo International Research Institute for Climate Prediction (IRI) indica início do período de La Niña (Foto: - IRI)
Modelo disponibilizado pelo International Research Institute for Climate Prediction (IRI) indica início do período de La Niña (Foto: - IRI)

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A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Estado reuniu a equipe técnica da Sala de Situação da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e os coordenadores regionais nesta quarta-feira (16) para avaliar as condições climáticas previstas para os próximos três meses no Rio Grande do Sul. O objetivo é elaborar estratégias e medidas para mitigar os efeitos dessa condição meteorológica.

Segundo a meteorologista da Sala de Situação da Sema, Cátia Valente, o modelo disponibilizado pelo International Research Institute for Climate Prediction (IRI) indica que "estamos entrando em um período de La Niña capaz de modificar a distribuição de calor, concentração de chuvas e formação de estiagem ao longo dos próximos meses".

No Brasil, o fenômeno La Niña provoca estiagem principalmente na região Sul. A característica preponderante do fenômeno é o resfriamento da superfície das águas do Oceano Pacífico. "A primavera deverá ser marcada por períodos de chuvas irregulares e abaixo da média, probabilidade de tempo seco com temperaturas elevadas", ressaltou Cátia.

Conforme o hidrólogo Lucas Giacomelli, "as chuvas dos últimos meses possibilitou a recuperação das bacias na metade norte e a reposição hídrica dos reservatórios subterrâneas". A região Sul do Estado segue na situação de atenção em função dos baixos volumes de chuvas registrados. 

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