OPINIÃO

Calendário eleitoral

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Com a decisão do Superior Tribunal Eleitoral de possibilitar a realização de convenções partidárias de forma remota, mas sem alterar as datas já fixadas no calendário eleitoral, é bem provável que os demais prazos não sejam alterados. As únicas mudanças serão as datas do primeiro e segundo turno das eleições. Há concordância entre o TSE e o Congresso de adiar para 15 de novembro o primeiro turno e 6 de dezembro o segundo turno. Ontem, dia 4, venceu o segundo prazo para desincompatibilização de servidor público que quiser concorrer as eleições deste ano para o cargo de prefeito e vice-prefeito. No estado houve mudanças no secretariado por conta do prazo. Em Passo Fundo, nenhuma troca no primeiro escalão. Permanecem em seus cargos Adolfo Freitas como Procurador Geral, Carlos Eduardo Lopes da Silva, Marlise Soares e Ana Paula Wickert em suas respectivas secretarias.



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Pedro Almeida

A candidatura governista começa a ganhar forma para a disputa da Prefeitura. Uma grande aliança está sendo costurada e deve reunir cerca de dez partidos em torno do candidato que será indicado pelo prefeito Luciano Azevedo a sua sucessão. O martelo não está batido, mas o favorito é Pedro Almeida, que foi Secretário de Gestão e antes, Secretário de Cultura. A escolha atrasou com a crise do coronavírus, mas a definição não deve demorar.


Outros planos

O advogado Irineu Ghelen, que havia anunciado a disposição de candidatar-se a prefeito, aparentemente desistiu. O novo projeto é ser candidato a deputado estadual, na eleição de 2022, em dobradinha com o ex-prefeito Fernando Machado Carrion, que tem a intenção de disputar a deputado federal. Com a crise econômica e as dificuldades impostas pelo Coronavírus, não será surpresa se outros pré-candidatos desistirem. A primeira desistência foi do vereador Patric Cavalcanti, DEM, que foi para Brasília assessora o ministro Onyx Lorenzoni


Compensação

Quanto mais alto o dólar, melhor para as exportações e para a cotação da soja. O agricultor que teve prejuízos com a estiagem no Rio Grande do Sul, tem compensado parte das perdas na produtividade com o câmbio. Já vendeu saca de soja acima de R$ 100. Ontem, a cotação estava em R$ 99,67. É certo que não compensa todas as perdas, por que o custo da lavoura também tem base no dólar, mesmo considerando que nem todos os insumos são importados.


Números

Em recente levantamento da empresa Datagro, 81% da atual temporada de soja já foi comercializada e 28% da safra 2020/21. As médias dos últimos anos, segundo a empresa de consultoria independente, são de 60% e 7%, respectivamente, ou seja 21% acima da média. Dólar alto resultando nos melhores preços da história.


Retomada

O agronegócio parece ser o setor que, mais uma vez, vai segurando a peteca da crise econômica do Brasil. Nesta esteira, o economista e professor da UPF, Julcemar Zilli, acredita que a briga entre EUA e China pode ser benéfica para o mercado brasileiro. Isso, se o governo federal fizer a sua parte, ficando bem quietinho. Os chineses tem demandas por produtos, como a soja, e vão comprar mais do Brasil. Só que agora, para o bem da retomada econômica não é hora de provocar os chineses com acusações inoportunas e intempestivas.


E as faixas....

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), não perdeu a oportunidade de responder a um deputado bolsonarista que propôs tornar crime o ato de queimar bandeiras do Brasil. "E as faixas pedindo o fechamento do Congresso? Também terão punição na lei?", questionou.

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