OPINIÃO

Cuidados com a contratação de seguro

Por
· 2 min de leitura

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

Segundo informações das empresas que lidam com seguros de imóveis, o número de pedidos de contratação de seguro nesse período de pandemia está aumentando. Um dos motivos é o fato de as pessoas ficarem mais tempo em casa e direcionarem seu olhar para o conforto e segurança do lar. O seguro é, evidentemente, um contrato importante para minimizar perdas de patrimônio em decorrência de sinistros, especialmente incêndios, além de outros. Do ponto de vista contratual, é necessário que o consumidor decidido a contratar um seguro faça uma pesquisa entre as seguradoras para avaliar a melhor proposta e que observe com muito cuidado todas as cláusulas do pré-contrato e do contrato final, verificando especialmente as coberturas oferecidas, o custo-benefício e por fim a reputação da seguradora, pesquisando na internet as reclamações de consumidores em relação a esse mercado. A leitura atenta de todas as cláusulas é essencial antes da assinatura do contrato. O custo do seguro é variável e depende do valor do bem segurado e todas as cláusulas contratadas, mas as Seguradoras anunciam que, em média, o custo gira em torno de R$ 500 por ano.


Consumidora perdeu cabelo em tratamento de alisamento

Uma consumidora que perdeu quase 70% do volume capilar após uso do produto Amacihair para alisamento de cabelo vai receber uma indenização de R$24 mil por danos morais e estéticos. A decisão é da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. O valor da indenização excedeu a média de condenações deste tipo em razão de que a consumidora tentou alisar os cabelos porque estava em tratativas com uma agência de modelos à época, quando tinha 18 anos. A condenação é contra o fabricante do produto e teve por base o fato de que se a empresa recomenda a aplicação do produto de forma caseira, deve se responsabilizar pelos danos causados.

 

COM PROCON, SEM PROCON

Durante a pandemia do Covid-19, o Procon de São Paulo, um dos mais atuantes do Brasil, aplicou R$ 28,5 milhões em multas a fornecedores que cobravam preços abusivos de produtos e cometiam outras infrações. As principais autuações ocorreram em farmácias, supermercados, hipermercados e outros estabelecimentos do comércio. Os principais itens com abuso de preço foram o álcool em gel, máscaras de proteção e alimentos. No Rio Grande do Sul, infelizmente, o Procon estadual não tem a mesma eficiência e atuação que o Procon de São Paulo, o que amplia os problemas de abusos de preços e práticas que contrariam o Código de Defesa do Consumidor. Em Passo Fundo, o Procon enfrenta vários problemas e não há nenhuma informação ao público sobre autuações e fiscalizações. É uma ausência total do órgão no âmbito local.


Gostou? Compartilhe