Polícia Civil investiga possível estupro de duas meninas

Os casos ocorreram num período de tempo de sete dias e seguem as mesmas características

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A Polícia Civil investiga as circunstancias e a autoria de dois atos de violência que foram praticados contra duas adolescentes, de 13 e 14 anos, num espaço de tempo de sete dias. Embora os fatos tenham ocorrido em datas e locais diferentes, a história contada pelas duas vítimas segue o mesmo padrão. A principal hipótese é de que as jovens tenham sido estupradas, mas a polícia aguarda o resultado do exame de conjunção carnal para ter a confirmação.

Segundo o chefe de investigações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Oscar Cabral, os fatos foram registrados como desaparecimento de menor,no primeiro momento, porque ambas as jovens saíram de casa, mas não chegaram ao destino. Em seguida, os próprios familiares teriam encontrado as adolescentes, caídas em via pública, com lesões pelo corpo e quase inconscientes. “Não podemos afirmar, mas há características de estupro nas agressões”, comenta.

Como houve alteração na legislação em relação às investigações que envolvem menores de idade, vítimas de violência, ambas as adolescentes não foram ouvidas pela polícia, que se deteve ao depoimento dos pais das jovens. “Vamos providenciar a sala e uma profissional adequada, conforme a nova Lei, para que possamos obter as informações corretas sobre os suspeitos, sobre o veículo utilizado por eles e mais características”, comenta.

A equipe de investigação tem conhecimento, apenas, de que seriam dois homens, um gordo e outro magro, que agem utilizando um veículo de cor escura e com películas, no horário do anoitecer. “Temos que deixar um alerta à população, porque ocorreram duas vezes, da mesma forma e pode acontecer de novo”, completa.

Os fatos

Quinta-feira: o primeiro fato ocorreu no último dia 12, na Victor Issler. A vítima, bastante humilde, saiu da casa da mãe e se dirigia para a casa do pai, a pé, quando foi dominada por dois homens. Ela foi colocada dentro do veículo e agredida. Ficou inconsciente e foi abandonada em via pública. Lembra apenas do que ocorreu até ter iniciado as agressões.

Terça-feira: Por volta das 18h, a jovem saiu de casa, na Vila Operária. Ela também não chegou ao destino. Familiares encontraram ela bastante ferida. A jovem relatou a mesma história. Ambas foram ao hospital para realização de exames. 

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