MP apresenta denúncia contra Alexandra Dougokeski por quatro crimes

A mãe de Rafael Winques vai responder por Homicídio Doloso, Ocultação de Cadáver, Falsidade Ideológica e Fraude Processual

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Divulgação/ON

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul apresentou Denúncia contra Alexandra Dougokeski, mãe do menino Rafael Winques, de 11 anos, que foi morto na cidade de Planalto no mês de maio.

Ela foi denunciada pelos crimes de Homicídio Doloso, Ocultação de Cadáver, Falsidade Ideológica e Fraude Processual. O crime de homicídio ainda tem como qualificantes o motivo torpe, motivo fútil, asfixia e dissimulação de recursos, além dos agravantes de ter sido cometido contra um menor de 14 anos e descendente.

A partir da denúncia encaminhada ao Judiciário, que se dá o início ao processo. A partir de agora, ela será acusada de forma oficial pelo assassinato, sendo programadas as audiências, antes do julgamento.

Representantes do Ministério Público falaram com a imprensa tarde desta sexta-feira, onde deram detalhes do crime. Participaram da coletiva o subprocurador de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Dornelles, a promotora de Justiça de Planalto, Michele Dumke Kufner, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal, Luciano Vaccaro, e o coordenador do Núcleo de Inteligência do MPRS, Marcelo Tubino.

A promotora Michele deu detalhes sobre como aconteceu o crime. Segundo ela, Alexandra estava descontente com o comportamento do filho em relação aos jogos online. Ela havia repreendido o garoto, mas ele manteve o mesmo comportamento, fazendo com que ela viesse a medicar Rafael e após ele estar dormindo, estrangulou o garoto com uma corda. Após constatada a morte do garoto, ela ocultou o corpo do filho. Também foi constatado que após registrar o desaparecimento do filho, e durante as buscas da polícia, ela tentou produzir informações que ratificassem a possível fuga do menino.

O MP pediu a prisão preventiva de Alexandra, o que poder acelerar o processo até o julgamento. A pena pode variar conforme o entendimento do Tribunal do Júri. A pena mínima é de 14 anos, mas que pode chegar a 42 anos de reclusão com os agravantes.

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