BM participa da campanha “16 Dias de Ativismo em Combate a Violência Contra a Mulher”

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A fim de disseminar a campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”, a Brigada Militar desencadeou em todo o Rio Grande do Sul uma série de ações para mobilizar a sociedade para o combate dos crimes que tenham as mulheres como vítimas. Esta é uma estratégia de mobilização de pessoas e organizações, em todo o mundo, para engajamento na prevenção e na eliminação da violência contra as mulheres. Em razão disso, a Brigada Militar lançará durante 16 dias vídeos com orientações das Patrulhas Maria da Penha do Rio Grande do Sul, e relatos de serviço a fim de cessar o ciclo de violência nas quais as mulheres são vítimas.

A campanha teve início na quarta-feira (25), quando é lembrado o Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher.

Em Passo Fundo, todos os anos, a Rede de Atendimento à Mulher Vítima de Violência realiza ações alusivas à data . Neste ano, considerando as restrições decorrentes da Pandemia de Covid-19, a Rede organizou uma ação conjunta para divulgar a Rede de Atendimento à Mulher Vítima de Violência de Passo Fundo. Participam, dentre outros órgãos, a Brigada Militar, que através Patrulha Maria da Penha possui cadeiras no Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, além do Ministério Público, Delegacia da Mulher, CRAM, Serviço de Informação à Mulher, Coordenaria Municipal da Mulher, Promotoras Legais Populares, dentre outros. A ação divulga os serviços especializados destinados ao enfrentamento da violência de gênero. Um ato simbólico reuniu na quarta-feira representantes das entidades parceiras da campanha na Praça do Teixeirinha.

Ainda na quarta-feira, a Patrulha Maria da Penha do 3°RPMon, realizou uma ação de conscientização e divulgação do trabalho da Patrulha em bairros considerados em situação de vulnerabilidade social e ocupações do município.

A intenção foi levar informações sobre a atuação da Patrulha para locais de vulnerabilidade social e ocupações, mostrando que as mulheres vítimas de violência doméstica do município não estão sozinhas.


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