PSD avalia a candidatura própria

Presidente estadual do partido e pré-candidato defende choque de gestão no Estado

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Cairolli diz que partido vai definir o processo eleitoral até marçoCairolli diz que partido vai definir o processo eleitoral até março
Cairolli diz que partido vai definir o processo eleitoral até março

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Até março, o PSD vai avaliar se terá ou não candidatura própria ao governo do Estado. A informação foi dada ontem pelo presidente estadual do partido, empresário José Paulo Cairolli, durante visita que fez ao diretório municipal de Passo Fundo. Cairolli é apontado como o pré-candidato e, por esta razão cumpre agenda de visitas ao interior, com foco nas 130 cidades onde o PSD está organizado. O partido, criado há dois anos pelo ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab é a quarta força política do país. No Rio Grande do Sul ainda é pequeno: tem três prefeitos, cinco vice-prefeitos e 46 vereadores. Para a eleição deste ano, projeta reeleger o ex-goleiro Danrlei e fazer mais um deputado federal, além de ter uma bancada na Assembleia Legislativa com dois ou três parlamentares.

“Neste momento, a novidade que é a construção de uma candidatura própria,  uma vez que até o final de dezembro do ano passado, o trabalho girou em torno da consolidação do partido e talvez compor uma chapa majoritária”, disse Cairolli. A ideia de disputar o governo do Estado tem mobilizado o PSD. No entanto, não está descartada uma aliança com outras forças políticas. “Já conversamos com vários partidos e estamos abertos para novos encontros”, acentuou.

Com candidatura própria ou coligado, o PSD vai defender um choque de gestão no governo do Estado. Segundo Cairolli é inadmissível que um Estado como o nosso tenha perdido posições econômicas e importância política ao longo de 30 anos. “Se optarmos por uma candidatura própria, buscaremos na política o novo”, disse. Para ele, o que falta é foco em uma nova forma de gerir a máquina pública, sem atacar ninguém ou defender ideologias. “O que nos interessa é conversar com todos os partidos e a sociedade em torno de um processo de bem comum”, completa.

Cairolli diz ainda que o PSD não é esquerda e nem direita, por entender que gestão e escola pública, por exemplo, não devem ter ideologias. Ele compreende que será difícil romper com um ciclo, onde os quatro grandes partidos já governaram o Estado, mas acredita que com disposição e vontade política será possível enfrentar o desafio.

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