Entidades de proteína animal contestam paralisação em frigorífico de Passo Fundo

Associações e sindicatos defendem a retomada das atividades de unidade da JBS

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Empresa anunciou uma séria de medidas preventivas durante a retomada Empresa anunciou uma séria de medidas preventivas durante a retomada
Empresa anunciou uma séria de medidas preventivas durante a retomada
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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), o Sindicato de Produtos Avícolas no Estado do RS (SIPARGS) e o Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do RS (SIPS) defendem a retomada das atividades da unidade da JBS de Passo Fundo. O frigorífico foi paralisado pela Justiça a partir de processo decorrente de fatos anteriores que não condizem com a realidade atual da indústria.

As entidades entendem que a determinação contraria o decreto presidencial que define a atividade como essencial. Em nota oficial, ressaltam que a judicialização da produção de alimentos estabelece um clima de riscos, nociva instabilidade e desconfiança no setor.

As entidades reforçam que o combate à pandemia deve levar em consideração as consequências geradas pelas ações de forma ampla, e não isoladamente.

O setor ressalta que a paralisação das operações causa queda no abastecimento de alimentos, danos ambientais e impactos sociais em uma cadeia responsável pelo sustento direto de mais de 65 mil pessoas no Rio Grande do Sul. Além disso, gera impactos de curto, médio e longo prazo, prejudicando a reputação de um segmento reconhecido mundialmente pelo padrão de qualidade e controle sanitário e operacional.

Unidade adotou as providências de segurança

Na manifestação, as entidades produtivas salientam que a JBS adotou todas as medidas necessárias para a proteção dos colaboradores durante o período da pandemia da Covid-19. A agroindústria segue protocolos validados cientificamente pelo Hospital Albert Einstein e vem atendendo rigorosamente às determinações das autoridades e dos organismos internacionais.

Os setores das fábricas são constantemente higienizados, o estado de saúde dos trabalhadores é monitorado com frequência, equipamentos de proteção são utilizados de forma obrigatória e regras foram compartilhadas para evitar aglomerações. No comunicado conjunto, ponderam que, devido ao rigor nos cuidados adotados, diversos órgãos internacionais apontam os frigoríficos como um ambiente refratário à transmissão de doenças.

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