Prefeitos da região vão encaminhar novo documento ao Estado contestando decisão de bandeira vermelha

Prefeito de Passo Fundo, Luciano Azevedo (PSB), se manifestou nas redes sociais

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Foto: Alex Borgmann/DivulgaçãoFoto: Alex Borgmann/Divulgação
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Com a manutenção da bandeira vermelha para a região, confirmada na tarde de segunda-feira (29) pelo governador Eduardo Leite (PSDB), os prefeitos vão encaminhar um novo documento ao governo do Estado contestando a nova decisão.

Pelas redes sociais, o prefeito de Passo Fundo, Luciano Azevedo (PSB), disse não concordar com a paralisação das atividades no município. Por unanimidade, os chefes do Executivo das localidades onde vigora, desde esta terça-feira (30), a imposição de restrição para a abertura de uma série de atividades consideradas não-essenciais, decidiram enviar um novo ofício ao estado sugerindo alterações no modelo de distanciamento controlado. "Todos devem se proteger, sem parar a economia", afirmou Azevedo. 

Bandeira vermelha

A região de Passo Fundo teve a piora de cinco indicadores. Três de propagação e dois da capacidade do Sistema de Saúde. Da semana anterior para a semana analisada atualmente, houve um aumento de 43 para 53 hospitalizações, de oito para dez óbitos e de também dos casos ativos. A hositalização proporcioal por habitantes foi de 4,94 para 7,93.

O governo também anunciou mudanças. Nas regiões com bandeira vermelha, o comércio varegista não essencial está permitido no formato de comércio eletrônico e tele entrega. Na Educação, está permitido o estágio final obrigatório para estudantes da área da saúde. Também foi definido um teto maior de operações nas regiões de bandeira vermelha e preta para comércio de combustíveis, que poderão operar com 50% dos trabalhadores nas regiões de bandeira vermelha.

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