UPF sedia reunião entre BRDE e municípios do Corede Produção

Encontro deve reunir representantes de 21 municípios e tem como objetivo debater as demandas da região

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A Universidade de Passo Fundo (UPF) sedia, nesta quinta-feira, dia 28 de março, a reunião entre o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e os representantes dos 21 municípios que compõem o Corede Produção. O encontro será no anfiteatro da Faculdade de Direito (FD), Campus I, com início às 9 horas.

 

Conforme o vice-presidente e diretor de Planejamento e Financeiro do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, a reunião com o Corede Produção faz parte de uma série de encontros da equipe do Banco com representantes de cada um dos 28 Conselhos Regionais. O objetivo é analisar mais profundamente os projetos oriundos das plenárias com as comunidades e definir ações financiáveis e a metodologia de execução.

 

O BRDE irá disponibilizar linhas de crédito a projetos do Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional do Rio Grande do Sul. A medida é uma parceria com a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) para estimular o desenvolvimento dos municípios integrantes dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes). A expectativa é apresentar os selecionados até maio de 2019.

 

Os Coredes são um mecanismo estadual de promoção de políticas públicas que geram crescimento econômico e social às regiões gaúchas. Para o RS, o BRDE disponibiliza anualmente cerca de R$ 1 bilhão em financiamentos. "Parte desse montante será direcionado aos projetos de desenvolvimento regional. Após analisar as propostas, teremos o valor preciso", informou Noronha.

 

Ainda segundo o diretor, trata-se de uma oportunidade valiosa para “in loco” discutir as demandas da região e poder – junto com a equipe de técnicos do Banco – encaminhar os projetos. “Conhecer a realidade local a partir do contato direto com as lideranças regionais nos permite uma visão mais ampla e real dos 1.946 projetos oriundos dos 28 Coredes, de forma que se possa acelerar sua dinâmica de aprovação”, ressaltou o vice-presidente.

 

Meta
Duas equipes do BRDE estarão na UPF. Uma para analisar e entender melhor os projetos dos tipos 2, 3, 4 e, especialmente, os do tipo 6, para ver se ainda podem ser enquadrados na primeira categoria. Outra equipe dará assistência técnica para o imediato desenvolvimento dessas demandas.

 

O diretor explicou também as formas de captar recursos e sua origem, tanto nacional quanto internacional. “São várias classificações pelo tipo de utilização/destinação; pelo tipo de acesso, de captação, ou de condicionantes; pelo tipo de tomador e pelo custo, entre outros”, comentou.

 

Tipos de projetos
1. Projetos financiáveis com recursos administrados pelo BRDE
2. Projetos financiáveis por outras fontes
3. Projetos não financiáveis, mas que exigem recursos de Cooperação Técnica (não reembolsáveis)
4. Projetos que exigem fortalecimento institucional das diversas instituições regionais participantes da elaboração do Plano
5. Projetos que dependem de recursos de instâncias governamentais extrarregião
6. Projetos que não estão com a clareza necessária para definir sua estrutura de financiamento.

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