Estudos apontam segurança no manuseio do jornal

Coronavírus não sobrevive por muito tempo na superfície porosa do papel

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Gerson Lopes/ON

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Em tempo de muitas precauções, pela pandemia do novo coronavísrus, e da enxurrada de fake news, o jornal oferece um papel duplamente seguro. Impresso em papel poroso, no manuseio O Nacional não proporciona risco de contaminação. E nas suas páginas mantém uma tradição quase secular de grande responsabilidade com o seu conteúdo, onde a informação é impressa com habitual seriedade. Portanto, uma dupla segurança de um veículo neste momento conturbado. Segundo estudos e pesquisas realizados em todo o mundo, através de conceituadas entidades, é seguro receber um jornal impresso e manuseá-lo, sem riscos de contaminação física. E, ainda, com a segurança de que aquilo que está impresso é verdadeiro. Este é o papel de O Nacional.

Porosidade x vírus

A International News Media Association informa que não há nenhum caso de transmissão de Covid-19 através de jornais, revistas ou outros formatos impressos. A INMA é a entidade líder mundial das melhores práticas de imprensa. De acordo com os resultados de um estudo ouvindo cientistas e médicos, atesta que não houve incidentes e reforçam que o risco de infecção pelos jornais é mínimo devido às características do papel poroso e, ainda, pelo tempo que um exemplar leva da gráfica às bancas ou aos assinantes. Também a Organização Mundial da Saúde atesta a segurança no manuseio de jornais. De acordo com a OMS o papelão é um material seguro. Em seus relatórios, a entidade afirma que “é baixa a possibilidade de uma pessoa ser contaminada pelo vírus que causa Covid-19 de uma caixa que foi movimentada, transportada e exposta a diferentes condições e temperaturas”. Como o papel em que é impresso O Nacional é muito mais poroso (permeável), oferece muito mais segurança do que o papelão.

Confiança e segurança

O vírus pode permanecer em objetos por um período que varia de acordo com o material. Nas superfícies lisas permanece por mais tempo do que nos materiais porosos, como é o caso do jornal impresso. Além disso, o vírus perde força conforme se mantém em contato com o ar. Mesmo assim, a partir da segunda quinzena de março, O Nacional adotou práticas internas preventivas, de acordo com os protocolos das autoridades sanitárias. As principais foram a ampliação do uso de EPIs, implementação das novas normas de higienização e redução do manuseio dos exemplares. Mesmo sendo um material mais seguro, reiteramos que é importante lavar as mãos após a leitura do jornal. 

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