Mais terapias alternativas nas UBS em Passo Fundo

Indicação do vereador Alex Necker (PCdoB) propõe a ampliação do número de tratamentos com terapias alternativas na rede municipal de saúde

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Terapias alternativas como acupuntura já são aplicadas na UBS NonoaiTerapias alternativas como acupuntura já são aplicadas na UBS Nonoai
Terapias alternativas como acupuntura já são aplicadas na UBS Nonoai

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Reiki, ioga, acupuntura, arteterapia, osteopatia e meditação. Estas e outras terapias alternativas com sólidas evidências científicas de resolutividade estão sendo inseridas no Sistema Único de Saúde (SUS) para ampliar a oferta de tratamentos complementares na rede pública de saúde. Em Passo Fundo, a Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Nonoai é pioneira no atendimento de acupuntura aos pacientes, servindo de modelo para outros municípios.

Nesta semana, uma nova Portaria do Ministério da Saúde acrescentou 14 novas terapias alternativas à lista de tratamentos oferecidos pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares. Para garantir a execução da política federal na rede municipal de saúde, o vereador e líder do Governo na Câmara, Alex Necker (PCdoB), protocolou uma Indicação ao Executivo sugerindo que estas práticas alternativas sejam incorporadas em outras UBS. “A Secretaria de Saúde já tem um modelo de trabalho que atende a esta Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, oferecendo a acupuntura no bairro Nonoai. A nossa Indicação quer assegurar que o serviço seja mantido e ampliado, expandindo, em um segundo momento, para outras unidades de saúde”, explicou o vereador.

Chamadas no Ministério da Saúde de Integrativas e Complementares, as práticas alternativas começaram a ser oferecidas pelo SUS em 2006. Atualmente, cerca de dois mil municípios brasileiros estão vinculados ao programa federal. “Os resultados da acupuntura aos pacientes na UBS do bairro Nonoai comprovam a eficácia da terapia, por isso entendemos que é importante estender para mais pessoas estes benefícios”, ressaltou Alex.

Na justificativa para ampliar esta oferta em todo o país, o Ministério da Saúde levou em consideração estudos e pesquisas da Organização Mundial da Saúde (OMS) que comprovam a eficiência e a resolutividade destas terapias para a qualidade de vida da população. Além da acupuntura, o Política de Práticas Integrativas e Complementares também passa a dispor de arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, ioga, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala e terapia comunitária integrativa.

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