Os novos medicamentos para tratamento da psoríase

Opções de tratamentos são alternativas para casos mais graves da doença ou para quando o paciente não responde bem aos medicamentos já ofertados

Por
· 1 min de leitura
 Crédito:  Crédito:
Crédito:

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

Pacientes com psoríase passam a contar com quatro novos medicamentos para o tratamento gratuito da doença no Sistema Único de Saúde (SUS). Essas tecnologias são alternativas para casos mais graves da doença. Além disso, podem ser usadas quando o paciente não responde bem ou possui contraindicação ao tratamento já ofertado pelo SUS. A medida foi possível com a atualização do Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de psoríase em setembro deste ano após consulta pública realizada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no SUS (CONITEC).

 

Arsenal terapêutico
Entre os medicamentos incluídos para tratamento da doença estão: adalimumabe, indicado para a primeira etapa do tratamento após falha da terapia padrão para psoríase; o secuquinumabe e o ustequinumabe, indicados na segunda etapa do tratamento após falha da primeira; e o etanercepte, indicado na primeira etapa de tratamento da psoríase após falha da terapia padrão em crianças. Essas tecnologias já faziam parte dos medicamentos incorporados no SUS, mas tinham indicação para tratamento de outras doenças. A atualização do protocolo aumenta o arsenal terapêutico para o enfrentamento da doença, o que possibilita maior possibilidade de escolhas para o profissional de saúde e paciente. A psoríase é uma doença crônica da pele, não contagiosa, caracterizadas por placas avermelhadas ou róseas, recobertas por escamas esbranquiçadas, que afeta a pele, as unhas e pode acometer as juntas. A doença pode ocorrer em qualquer idade, tanto em homens quanto em mulheres e, até o momento, não possui cura.

(Matéria completa no caderno impresso: Medicina & Saúde)

Gostou? Compartilhe