Vice-presidente
Ênio Schroeder deverá ser eleito, hoje, vice- presidente da Cotrijal de Não-Me-Toque. Ele foi indicado por mais de dois mil associados nas 18 reuniões de núcleos realizadas ainda no ano passado. Por uma questão estatutária, Schroeder, responsável por toda a comunicação da Cotrijal e do relacionamento direto com os veículos de comunicação, deixou a função de gerente de desenvolvimento cooperativista, em dezembro do ano passado para poder ser candidato. Schroeder substituirá Jairo Marco Khobrausch. O novo vice-presidente, que será eleito na assembleia que começa às 14h, é técnico agrícola, função pela qual começou a trabalhar na Cotrijal há 39 anos. É formado em administração rural e pós-graduado em cooperativismo, agronegócio e marketing. A eleição de Schroeder é considerada um marco para a Cooperativa, por sua história como colaborador de quase 40 anos e pela indicação unânime dos associados.
Andando
Está bem encaminhado o projeto do Executivo que pretende criar a creche noturna. A secretaria de Educação conversa com instituições que já atendem crianças carentes para buscar uma parceria. A proposta visa atender aos pais que trabalham à noite e que não tem com quem deixar seus filhos. Os critérios para a utilização da creche noturna serão rígidos.
Sucesso
Só para constar: nenhuma outra campanha de arrecadação de dinheiro foi tão bem sucedida quanto a que os condenados do Mensalão estão fazendo para pagar suas multas. Ontem, José Dirceu, condenado a 10 anos e 10 meses, informou ter arrecadado 58% do que necessita. Ele precisa de R$ 971 mil e já arrecadou R$ 565 mil. E ainda vai se valer do que sobrou da arrecadação de José Genoíno, João Paulo Cunha e Delúbio Soares (cerca de R$ 140 mil). Ninguém pode dizer que o povo não é solidário.
Respingos
As declarações do deputado federal Luiz Carlos Heizen sobre índios e gays, poderá respingar na campanha da senadora Ana Amélia Lemos, PP, ao governo do Estado. A oposição não vai deixar barato.
Acidentes
Passo Fundo já registrou a morte de cinco motociclistas, vítimas do trânsito no perímetro urbano, em menos de dois meses. No ano passado foram sete mortes ao todo. Que se manifestem as autoridades e entidades de classe. Precisamos estancar esta estatística, urgentemente.

