E as pesquisas
O que dizer das pesquisas que, durante todo o processo eleitoral, não identificaram o estrondoso desempenho de José Ivo Sartori, PMDB, na disputa ao governo do Estado? Em nenhuma das pesquisas divulgadas de todos os institutos, Sartori aparecia em primeiro na disputa para o governo do Estado. Em Passo Fundo, Sartori estourou a boca do balão, ficando em primeiro em praticamente todas as urnas. No Estado, somou 40% dos votos contra 32% de Tarso Genro. Até a semana passada, havia a indicação de que Tarso enfrentaria Ana Amélia Lemos, PP, no segundo turno, que estava na dianteira desde o início da campanha. Sartori vinha com um desempenho de 8%. Desempenho este que deu um salto com a entrada de Pedro Simon na campanha como candidato ao Senado, mas, mesmo assim, não identificada pelas pesquisas.
Confiabilidade
Pois as pesquisas erraram feio, tanto para o governo do Estado, quanto para a Presidência da República. Isso que a boca de urna, minutos depois de encerrado o pleito dava resultados completamente diferentes dos confirmados nas urnas, com a menção de que a confiabilidade era entre 95% a 99%. Confiabilidade?
Marau
O município de Marau foi tomado por uma grande festa ontem, pois conseguiu eleger dois representantes para a Assembleia Legislativa. O ex-prefeito Vilmar Zanchin, PMDB, e Sérgio Turra, PP, filho do ex-deputado federal Francisco Turra estão eleitos deputados estaduais. Um fato político histórico para o município que tem quase 30 mil eleitores.
Chutou o balde
O deputado estadual reeleito Diogenes Basegio, PDT, literalmente chutou o balde ontem. Depois de passar um aperto na disputa com a também deputada Juliana Brizola, Basegio reclamou da falta de apoio partidário para a campanha. O mesmo fez Luiz Miguel, que assegurou que os votos conquistados nesta disputa para a Câmara dos Deputados são seus exclusivamente.
Desempenho
Excelente desempenho de Rene Cecconello, PT, com 23.807 votos, dos quais 12.784 só em Passo Fundo.
Não, né!
Será que os candidatos que emporcalham a cidade com “demoniozinhos” (porque panfleto de propaganda eleitoral não deveria ser chamado de “santinho”) acham mesmo que o eleitor decide seu voto na porta da seção eleitoral juntando um papel do chão? Pior. Tem gente que recolhe este material para votar, fomentando a prática em todos os pleitos. É o fim da picada.
Não é só um selfie
Mesmo com a recomendação da Justiça Eleitoral para não fazer selfies na hora do voto, centenas de eleitores acharam um jeitinho de burlar a orientação. O problema é que tirar uma foto mostrando o momento do voto abre uma janela perigosa para a coação eleitoral. O Ministério Público Federal promete investigar aqueles que, não bastasse fazer biquinho na hora da foto, postaram nas redes sociais. Completa sem noção.

