OPINIÃO

Teclando

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· 2 min de leitura
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Blindagem da idiotice

Com certeza, seus ouvidos já foram agredidos pelo som excessivo vindo de um veículo. Mas por um acaso você já ouviu alguma música reproduzida por esses equipamentos? Certamente, não. O nível de imbecilidade desses condutores não permite que eles tenham a mínima sensibilidade musical. E não faltam casos de veículos detonando o som pelas ruas de Passo Fundo. Dia e noite, comprovando que os imbecis têm hábitos diuturnos. Mas, independente de horário, limites sonoros ou da porcaria que estiverem ouvindo, nada justifica que o ruído chegue até os outros. Isso, claro, é o que consideramos um mínimo exigível para a convivência social. Ora, dirão alguns, isso é coisa de jovens. Não, pois juventude não é sinônimo de idiotice. Isso é falta de educação e civilidade. Mas, confesso, fico impressionado com a fantástica proteção que cerca esses infratores. Isso começa pela saúde, pois, inacreditavelmente, ainda não estariam surdos. Também parecem blindados em relação às infrações que cometem. Ora, se fossem devidamente autuados e punidos, essa barulheira toda já teria acabado há muito tempo. O controle do volume está nas mãos de quem?

Lâmpadas vermelhas

As luzes vermelhas estão desaparecendo. Isso ocorre com as duas lâmpadas vermelhas mais características. A primeira é aquela que já foi muito comum à beira de estradas, indicando local onde predomina a maquilagem excessiva e impera uma extremíssima objetividade. Aspectos sociológicos e a concorrência externa justificam a diminuição das luzes vermelhas próximas às rodovias. A outra em fase de extinção é aquela sobre os prédios. Aliás, uma exigência para sinalização de obstáculos aéreos. Todos os prédios, torres e até guindastes a partir de 12 metros de altura devem ter sinalização aérea. Mas aqui em Passo Fundo raras luzes vermelhas são vistas sobre os prédios e as torres. A lei mudou? Falta fiscalização? Ou haveria uma espécie de síndrome antiaérea por aqui?

Mesa Um

O Clube Comercial recebeu a sessão solene da Mesa Um do Bar Oásis. A reunião, na última sexta-feira, teve como paraninfo Júlio Henrique da Costa. O encontro marcou o retorno de Rudah Jorge, que andava um pouco afastado da confraria. O jantar, com assinatura da Lisete, como sempre foi um sucesso. Pagode voltou ao comando da copa, preparando caipirinhas e distribuindo alegria com e sem gelo. Na hora da sobremesa, em alusão ao paraninfo, não teve Mu-mu e entrou em cena o famoso pudim do Biazi. Há suspeitas de que a receita também teria vindo de Aratiba. Mas ele não abre o jogo.

Tabuleiro

É difícil fazer uma leitura do jogo pelos primeiros movimentos. No início, as jogadas parecem placebos. Mas, ao despontar dos primeiros efeitos, surgem alguns pontos para ligar. A partir disso até podemos ler os movimentos paralelos.  

Trilha sonora

Esta é de 1987, mas continua rodando pelo mundo. Glenn Medeiros: Nothing's Gonna Change My Love For You

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