IGP de Passo Fundo participa da 3º edição da Campanha Nacional de DNA

Ação tem o objetivo de identificar pessoas desaparecidas em todo o Brasil

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Atualmente, o Rio Grande do Sul ocupa a 4ª colocação no ranking estadual de contribuições de perfis genéticos - ARQUIVO /ONAtualmente, o Rio Grande do Sul ocupa a 4ª colocação no ranking estadual de contribuições de perfis genéticos - ARQUIVO /ON
Atualmente, o Rio Grande do Sul ocupa a 4ª colocação no ranking estadual de contribuições de perfis genéticos - ARQUIVO /ON
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O Instituto-Geral de Perícias de Passo Fundo participa, a partir desta terça-feira, da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. Organizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a iniciativa nacional tem o objetivo de ampliar as ações de identificação de pessoas desaparecidas em todo o Brasil.

Até o momento, o IGP já promoveu a identificação de mais de 100 restos mortais por meio do banco de perfis genéticos, ajudando a dar mais dignidade aos familiares de pessoas desaparecidas. A edição deste ano será a terceira desde o início da campanha. No ano passado, foram coletadas 1.645 amostras, auxiliando na identificação de 35 pessoas, sendo três pessoas aqui no Rio Grande do Sul, graças ao mutirão.

Relevância

Atualmente, o Rio Grande do Sul ocupa a 4ª colocação no ranking estadual de contribuições de perfis genéticos, de acordo com dados da Rede Integrada de Perfis Genéticos. O coordenador do IGP de Passo Fundo, Ricardo Durks, afirmou que a coleta acontece no Posto Médico Legal de Passo Fundo. “A pessoa que tem um familiar desaparecido, vai até o posto e leva o número da ocorrência. Se ela não tiver, precisar ir na delegacia primeiro. Então ela leva esse registro de ocorrência ali no Posto Médico Legal e realiza a coleta do material genético", explica.

Além de oportunizar a coleta de novas amostras, a edição de 2025 organiza uma força-tarefa a nível nacional para auxiliar na análise de perfis que estão aguardando processamento. “A gente vai inserir essa coleta de DNA no Banco de Dados Nacional de Perfis Genéticos, para tentar identificar essa vítima tanto se ela estiver aqui no Rio Grande do Sul, quanto em outro estado do país”, afirma Durks.

A participação dos familiares é crucial para que essas pessoas possam ser identificadas. O DNA fornecido é utilizado apenas para essa finalidade. A coleta é feita com um cotonete passado por dentro das bochechas, ou então a partir de uma pequena gota de sangue extraída do dedo.

A lista de prioridade para doar material genético deve ser seguida pelos familiares:

Filhos(as) biológicos(as) e o outro genitor;

Pai e/ou mãe biológicos;

Irmãos biológicos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe).

Coleta local

A ação ocorrerá em Passo Fundo, do dia 5 até o dia 15 de agosto, no Posto Médico Legal, na rua Paissandu, nº 1314. O telefone para contato é (54) 3312-0101.

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