Serviço completa 5 anos

Neste período foram realizadas mais de 70 mil coletas de sangue

Por
· 2 min de leitura
No lanche doadores recebem informações sobre as campanhas educativasNo lanche doadores recebem informações sobre as campanhas educativas
No lanche doadores recebem informações sobre as campanhas educativas
Você prefere ouvir essa matéria?
A- A+

 

No mês de março, o Serviço de Hemoterapia do Hospital São Vicente de Paulo está comemorando 5 anos de existência e a homenagem é para os doadores de sangue, que enobrecem o gesto de ajudar aqueles que necessitam de uma doação. A ?"criança?" de cinco anos está crescendo e já tem história para contar. Durante esse período, o serviço realizou 70.501 coletas de sangue total e aférese, um número significativo que garante a demanda transfusional do HSVP e salva a vida de milhares de pacientes, provenientes de mais de 350 municípios do Rio Grande do Sul e de outros estados. A enfermeira coordenadora do Serviço de Hemoterapia, Luciana Bertelli Dagostini está na unidade desde 2011, quanda o serviço iniciou suas atividades no HSVP. ?"É uma satisfação muito grande trabalhar na Hemoterapia. Nesses 5 anos a equipe cresceu e hoje, vemos os resultados positivos do número de coletas e percebemos uma visão mais madura das pessoas em relação à importância da doação de sangue?".

Conscientizar o doador é o ponto alto da equipe. A humanização está na essência das mensagens expressas nas campanhas de sensibilização. ?"Pensar no próximo, se colocar no lugar do outro é o que reflete a humanização, que também motiva todas as etapas de nosso atendimento?", evidencia Luciana, ao salientar que a mobilização pelo ato da doação acontece em palestras nas escolas, empresas e por meio de campanhas. ?"Nós explicamos que a melhor forma de doar não é apenas nos momentos em que algum familiar necessita da doação. Nós precisamos ter doadores fidelizados, aqueles que gostam de doar e vem até o serviço com frequência?", pontua a enfermeira.

Eva de Fátima Pilloneto, 51 anos, considera-se uma doadora fidelizada. Ela é doadora de sangue desde 2001 e diz que gosta muito do que faz. ?"Eu gosto do que faço e propus para minha vida que até quando eu puder continuarei doando sangue?". O significado da doação para Eva é especial. ?"Meu sangue está salvando vidas, especialmente das crianças que são inocentes e estão começando suas vidas. Eu tenho consciência do meu ato e faço com bastante segurança?". Durante os 5 anos do Serviço de Hemoterapia, a equipe de captação desenvolve ações transmitidas pelo mascote Hemozito que representa as seguintes campanhas: Doe sangue: plante esta ideia, Doe sangue: cultive esta ideia, Pílula da Vida: mensagem de amor sem olhar a quem (troca de mensagens entre doadores e pacientes receptores) e Pílula do Bem: dar amor faz tão bem! (troca de mensagens incentivando a doação entre doadores). Além dessas iniciativas, a Hemoterapia do HSVP atua intensamente no aprimoramento técnico e científico da equipe e de seus processos. Os resultados são treinamentos contínuos, a elaboração de protocolos, que tem o objetivo de orientar as práticas transfusionais de forma padronizada, através do uso racional dos hemocomponentes.

Gesto de amor que faz bem!
Para Elisangela Grossi Signori, 40 anos, de Rondinha, o gesto da doação de sangue é um ato de amor que faz bem. Ela enfatiza que é muito melhor poder ajudar uma pessoa com a doação do que ser ajudado. ?"Não custa nada doar e poder ajudar é muito bom?", afirma Elisangela, que avaliou o serviço como excelente.
Jair Oliveira, 42 anos, de Passo Fundo, é doador voluntário de sangue há dois anos. O que o motivou a doar é a grande necessidade das pessoas. Ele também gosta de vir ao serviço e sente segurança em fazer sua doação.

 

Gostou? Compartilhe