Programa recebe doações da comunidade

Voluntários podem ajudar por meio de materiais, dinheiro, serviços ou oficina nas casas de acolhimento do Município

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O Egrégora é um programa que busca o envolvimento voluntário da comunidade com as casas de acolhimento e com as famílias acolhedoras através de doações em dinheiro, material, serviço ou oficina, de acordo com a disponibilidade de cada voluntário. Neste primeiro semestre do ano a iniciativa recebeu doações de pessoas e entidades, ação que garante o pleno desenvolvimento da proposta. 
As casas de acolhimento são os locais que abrigam crianças e adolescentes em medidas judiciais, com direitos violados e vínculos familiares fragilizados ou rompidos. Com as doações foi possível realizar a compra de equipamentos e a manutenção dos serviços, além de aquisições que atenderam pedidos das crianças e dos adolescentes. 
Segundo a secretária adjunta de Cidadania e Assistência Social da Prefeitura de Passo Fundo, Elenir Chapuis, o envolvimento da comunidade é fundamental para o programa mostrar resultados. “Uma coisa é certa, as casas melhoraram bastante e esse olhar da sociedade foi importante, o que denota a credibilidade no trabalho que estamos desenvolvendo”, destaca. 
O programa 
O programa foi idealizado pelo Ministério Público através da promotora de justiça Clarissa Ammélia Simões Machado, junto com a Prefeitura de Passo Fundo, sendo a Secretaria de Cidadania e Assistência Social responsável pela execução. O objetivo é o de, prioritariamente, envolver os diversos segmentos da sociedade local com as questões que dizem respeito à proteção dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes em situação de violação de direitos em razão da privação do convívio familiar e da consequente inserção no Programa Municipal de Acolhimento Institucional ou Familiar e, paralelamente, reforçar as responsabilidades legais das demais instituições, poderes e órgãos oficiais encarregados da defesa dos direitos da criança e do adolescente.
Desde a sua implementação, diversos parceiros têm se envolvido com o programa e as demandas das casas de acolhimento, seja como parceiro financeiro, oficineiro ou de serviço. Os parceiros financeiros repassam valores ou produtos para investir nas crianças e adolescentes acolhidos, sem envolver-se diretamente; já os parceiros oficineiros realizam oficinas junto às crianças e adolescentes, de artesanato, dança, esporte, reforço escolar, atividades de recreação, passeios, dentre outros; e os parceiros prestadores de serviços, dentro da sua própria especialidade, oferecem a prestação de um serviço, por exemplo: cabeleireiros, dentistas, entre outros.
 
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