Comitê diz que município tem cerca de mil leitos disponíveis

Prédio da Universidade Federal da Fronteira Sul poderá ser usada para ampliação da estrutura

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Prédio da Universidade oferece tem fácil acesso e espaço amplo para estacionamentoPrédio da Universidade oferece tem fácil acesso e espaço amplo para estacionamento
Prédio da Universidade oferece tem fácil acesso e espaço amplo para estacionamento
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O Comitê de Orientação Emergencial (COE) coordenado pela Secretaria de Saúde da Prefeitura de Passo Fundo, que reúne 6ª Coordenadoria Regional de Saúde, Conselho Municipal de Saúde, hospitais e instituições de ensino da cidade, discutiu, na manhã de ontem, a capacidade de atendimento da rede hospitalar.
Existem cerca de 1 mil leitos vagos neste momento nos hospitais da cidade. Foi definido no encontro que, caso haja necessidade de ampliação da estrutura de saúde, a exemplo do que está ocorrendo em outros municípios, será utilizado o campus da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). “A definição pelo campus da UFFS levou em consideração o fácil acesso, o amplo estacionamento e a estrutura do prédio, que permite adaptações sem um investimento alto. Se houver necessidade, esse será o espaço utilizado”, afirmou a secretária municipal de Saúde, Carla Gonçalves.
O diretor técnico médico do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), Adroaldo Mallmann, também destacou que a estrutura existente nos hospitais comporta a demanda atual. “Temos leitos suficientes neste momento e os hospitais de Passo Fundo estão unidos, ao lado da Prefeitura e das demais instituições, para atender a população”, observou.
O administrador do Hospital de Clínicas, Luciney Bohrer, enfatizou que “o comitê também achou mais prudente usar os recursos para melhorar as condições de leitos qualificados, ou seja, buscando respiradores e outras estruturas”.
Passo Fundo como polo regional conta com profissionais diferenciados e qualificados para enfrentar a pandemia da Covid-19.
Os médicos e profissionais de saúde presentes na reunião do COE também foram unânimes em afirmar que o isolamento social segue sendo a principal medida de enfrentamento ao novo coronavírus. Por isso, a recomendação segue sendo a mesma: fique em casa.

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