O setor de formação de médicos especializados é rotina para os ortopedistas da Clínica IOT. Desde 1980, médicos de todo o país e do exterior vêm para Passo Fundo para realizar especialização (residência em ortopedia) ou subespecialização (fellowship) em Ortopedia e Traumatologia. Os 25 médicos ortopedistas da Clínica são instrutores de oito residentes formandos em ortopedia e 13 fellows. A residência médica é promovida pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) que, em convênio com o Hospital São Vicente de Paulo, utiliza os ortopedistas do IOT como preceptores para o treinamento ortopédico dos seus residentes. A formatura dos residentes foi em 23 de fevereiro. Já o fellowship em Ortopedia (coluna, pé e tornozelo, mão e microcirurgia, ombro e cotovelo, joelho, quadril e pelve, ortopedia pediátrica) é dirigido pelo convênio HSVP/IOT.
Benefícios
O diretor de ensino do IOT, Dr. Luiz Henrique Silva, afirma que formar profissionais diferenciados traz benefícios não somente para os profissionais envolvidos, mas para todos que utilizam a qualificada mão-obra-médica da clínica. “Se cada residente formado realizar, no próximo ano, um número de 100 cirurgias, por exemplo, isso já demonstraria o alcance do nosso ensino e seu impacto na nossa maior razão de existir: o paciente”. A promoção do conhecimento exige um alto nível de atualização dos médicos sobre novas técnicas cirúrgicas e inovações tecnológicas. “Construímos um reconhecimento nacional e internacional devido a publicações em livros e artigos periódicos no Brasil e na literatura mundial. Todo profissional que trabalha na Clinica IOT teve na sua formação um período no exterior e assim mantém contatos que permitem constantes reciclagens e atualizações, além de facilitar este acesso ao residente recém-formado, caso queira complementar sua formação em serviço internacional”, comenta Luiz Henrique.
Continuar crescendo
Para 2018, 32 médicos devem estar em formação junto a Clínica IOT. O objetivo é continuar crescendo, “proporcionando novas formas de aprendizado como treinamentos práticos assim como maior e melhor qualidade de publicações científicas”, afirma o diretor de ensino. Já a Dra. Emily Ourique, que finalizou a sua residência, possui uma história junto ao IOT que data da sua graduação em Medicina, quando realizou estágios. Ela afirma que desde aquela época pode avaliar a importância que o serviço dá para a boa formação de seus residentes. “O corpo clínico é participativo e engajado, proporcionando a experiência real do ortopedista. A rotina diária inicia com aulas teóricas e discussões de casos clínicos, seguida de uma rotina intensa, com muita prática e proximidade com as doenças mais prevalentes. O programa engloba todos os setores necessários para o aprendizado: emergência, consultório, bloco cirúrgico, enfermaria...”, revela.
Opção atrativa
O Dr. Antonio Carlos de Carvalho Filho, que é do Mato Grosso do Sul, soube da residência oferecida na clínica pela internet em um documento publicado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia. “Tinha poucas opções para a residência em Ortopedia no estado onde morava. Eu buscava um serviço de qualidade e com grande volume de pacientes, coisas importantes para a formação médica. Além disso, queria morar em uma cidade não tão grande, evitando possíveis problemas enfrentados nas grandes metrópoles. Através desta publicação da SBOT e também conversando com amigos ortopedistas cheguei à conclusão que o IOT se encaixava muito bem no que procurava. A residência é bastante completa, contemplando todas as especialidades ortopédicas, com atividades teóricas diárias, muita prática e com preceptores muito bem qualificados”, explica.


