Conheça como funcionam os testes rápidos para detecção da Covid-19

O teste rápido identifica as imunoglobulinas produzidas pelo organismo em resposta ao coronavírus e não o vírus em si

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Foto: Assessoria de Imprensa/HCFoto: Assessoria de Imprensa/HC
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O teste rápido identifica as imunoglobulinas (produzidas pelo organismo em resposta ao coronavírus) e não o vírus em si. Por isso, ele é indicado a partir do oitavo dia de manifestação dos sintomas, para evitar o resultado falso negativo. “Para que resultados de testes rápidos, de maneira geral, sejam seguros, alguns critérios são necessários, como o uso de marcas com certificações de qualidade, procedimentos de verificação da adequabilidade dos kits de testes adquiridos, o uso de controles de qualidade, treinamentos da equipe, padronização de interpretação dos resultados e os cuidados com o tipo de amostra.” esclarece a responsável técnica pelo LabHC, Sinara Guzzo Chioquetta.

 

Para a coleta do teste rápido não é necessário agendamento ou jejum. Após a coleta e a realização dos procedimentos, o resultado estará disponível em, no máximo, uma hora. Para assegurar maior precisão no resultado, no LABHC são extraídas amostras de soro, através de processamento em laboratório. “São utilizadas somente amostras de soro do paciente, obtidas após uma coleta venosa e um procedimento laboratorial que é conhecido como processo de centrifugação, utilizado para separar componentes do sangue total.” pontua Sinara.

 

“O resultado é liberado em um laudo onde constam informações técnicas importantes como marca e lote do reagente utilizado, informações com relação a interpretação clínica e limitações do ensaio.” explica.

 

O diagnóstico deve ser realizado a partir da interpretação do resultado por profissional capacitado para a avaliação do caso clínico. “No Laboratório de Análises Clínicas do HC são utilizadas somente marcas certificadas pela Anvisa e pelo INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde) e a execução dos testes é feita por equipe especializada”. finaliza Sinara Chioquetta, responsável técnica pelo LabHC.

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