Ambulâncias do Samu entregues em Porto Alegre

Passo Fundo foi contemplado com um veículo, que só entrará em funcionamento quando forem contratados os profissionais

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Redação/ON

Mais de 100 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram entregues na manhã de segunda-feira (21) em Porto Alegre, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Os veículos serão distribuídos a diversos municípios do estado. Dentre eles, Passo Fundo foi contemplado com uma unidade. No entanto, para que o veículo esteja funcionando será necessário o cumprimento de algumas etapas. Uma delas é a contratação de profissionais. A outra é o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento, junto ao Hospital Municipal.
O Rio Grande do Sul contava com 61 Unidades de Suporte Básico equipadas com oxímetro portátil, desfibrilador externo automático e aspirador. O estado também possuía 23 Unidades de Suporte Avançado equipadas com ventilador pulmonar adulto e pediátrico, monitor e cardioversor, oxímetro portátil e detector fetal. Com a chegada das novas unidades, são 221 ambulâncias que agora vão integrar a frota do Samu.

As novas ambulâncias estão preparadas para atender qualquer tipo de urgência e emergência, cobrindo uma população de 6,4 milhões de pessoas, ou 59,04% dos habitantes. Para coordenar o atendimento emergencial, funcionam cinco centrais de regulação no estado. Um médico treinado orienta, por telefone, os primeiros-socorros e encaminha as equipes para o local da ocorrência.

O Samu é uma das ações integradas de assistência a pacientes em situação de urgência. São programas criados para funcionar 24 horas e organizar o fluxo de atendimento na rede pública, reduzindo as filas nos pronto-socorros dos hospitais. A Central de Regulação conta com médicos treinados para atender aos telefonemas e passar as primeiras orientações às vítimas, além de encaminhar as equipes para os locais das ocorrências, quando necessário.
O serviço ajuda a orientar o atendimento, levando o paciente para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h), em casos de fraturas, cortes, queimaduras e até infarto, ou para hospitais, em situações mais graves que exigem um acompanhamento específico.

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