OPINIÃO

Fatos - 17/01/2012

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Cassação

O diretório municipal do PSOL não se contentou com a devolução do dinheiro que o prefeito Luciano Azevedo e o então candidato a prefeito do PT Rene Cecconello receberam da Bsbios para a campanha eleitoral. Os dois, como candidatos, receberam R$ 40 mil (respectivamente) como doação da empresa, mas devolveram os valores depois que o PSOL argumentou em ação que a empresa, sócia da Petrobras, tem caráter também público. O juiz eleitoral Dalmir Franklin concordou com o procedimento e encerrou o processo. No entanto, o Psol apresentou recurso ao TRE, pedindo a aplicação da pena de inelegibilidade dos candidatos Luciano Azevedo, Juliano Roso, Rene Cecconello e César Bilibio, bem como a cassação do diploma dos eleitos. O caso deve parar no TSE.

Economia

O prefeito Luciano Azevedo nomeou até o momento somente os CCs (cargos em comissão) necessários para o andamento dos trabalhos de sua gestão. Desde o dia 2 de janeiro, foram contratadas 42 pessoas nestes cargos, número que representa menos de 25% dos 169 CCs que participavam da administração anterior. Com esta redução, a economia estimada para os cofres públicos é de, aproximadamente, R$ 300 mil no mês de janeiro. O prefeito já informou que não contratará mais ninguém até o final deste mês.

Retomada

A matéria de ON sobre os índices de infrações no trânsito de Passo Fundo, que teve comentário da colunista na mesma edição continua repercutindo. O leitor Sérgio Luís Algarve relatou um fato que presenciou dias atrás: Três senhoras, com aproximadamente 60 anos de idade cada uma, colocaram os pés para fora da calçada na faixa de segurança, após a parada de ônibus em frente ao Clube Comercial, quando o motorista do ônibus arrancou quase atropelando as senhoras. O mais incrível é que ele parou sobre a faixa de segurança pois a sinaleira da esquina da Av. Brasil com a rua Cel. Chicuta estava fechada.

Fiscalização

O mesmo leitor diz estar aguardando que o novo secretário de Segurança Público convoque a guarda municipal realizar efetiva fiscalização. “Nem que tenha que arder no bolso dos irresponsáveis que se consideram motoristas. Tenho certeza que haverá o aplauso da ordeira comunidade que anda dentro da lei”, enfatizou o leitor. O espaço continua aberto para outras manifestações.

Samu

Merece aplauso a determinação do Ministério da Saúde para que os municípios devolvam ao governo as unidades do Samu que estão paradas. Lamentavelmente Passo Fundo está entre estes municípios, pois a unidade do Samu ainda não atuou com o propósito a que veio por falta de equipe especializada. Por consequência, tem sido utilizada apenas na ausência da ambulância de atendimento básico.

 

 

 

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