A arte de criar

O projeto elaborado há cinco anos já conta com 42 voluntários e três bolsistas de diferentes níveis do curso de Arquitetura e Urbanismo da UPF

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Projeto está sendo executado por alunos da UPFProjeto está sendo executado por alunos da UPF
Projeto está sendo executado por alunos da UPF
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Depois da intervenção urbana em duas escadarias do centro de Passo Fundo (a da Brahma e a do Complexo Cultural Roseli Doleski Preto) , agora é a vez das escadas e da pista de caminhada da praça Antonino Xavier e Oliveira ganhar cor. Nas primeiras intervenções a ação foi da Confraria das Artes em parceria com a Prefeitura. Na Praça do Hospital da Cidade, ela vem por meio do Projeto Viva Emau (Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo) da UPF, coordenado pela professora da FEAC Carla Portal Vasconcelos, 42 voluntários e três bolsistas, alunos de diferentes níveis do curso de Arquitetura e Urbanismo da UPF, puderam dar um ar mais animado ao local cinzento e sem vida por onde várias pessoas passam durante o dia e acabam nem notando. O projeto que foi enviado para a prefeitura há cinco anos só começou a ser colocado em prática há dois anos. Foram necessárias algumas promoções para arrecadar dinheiro e doações de tinta, cimento e areia para que o projeto pudesse ser iniciado.

As cores e os formatos finais a serem pintados, foram definidos por meio de “mini” projetos. No ano passado, o grupo de alunos do projeto Viva Emau, junto com a coordenadora, fizeram uma tarde de atividades com crianças no Quiosque da Leitura na praça. “Trouxemos projetos para as crianças e elas ficaram desenhando e pintando a tarde toda. Depois juntamos todos os projetos pintados por elas e repetimos os padrões de cores e formatos que mais foram utilizados nos desenhos”, relata Mateus da Silva, estudante de Arquitetura e Urbanismo.

Segundo a coordenadora do projeto, a ideia é fazer uma atividade que dê retorno para a comunidade, mas que complemente a formação do aluno. “Uma das experiências é que, como são alunos de diferentes níveis, o pessoal mais velho acaba ajudando o pessoal mais novo a entender algo que não sabe”. Isso pôde ser sentido pela bolsista Miléia Alves, que está indo para o 8º nível do curso “Entrei no projeto na ideia de tentar melhorar os espaços da cidade, fazer com que as pessoas fiquem mais felizes nesses ambientes”, explica ela.

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