Pouca participação na audiência pública que debateu LDO

Cerca de 15 pessoas se reuniram na noite de ontem (8), no Plenarinho da Câmara de Vereadores, para discutir demandas passo-fundenses que podem ser contempladas pela Lei de Diretrizes Orçamentária

Por
· 1 min de leitura
Sem necessidade de quórum mínimo, audiência prosseguiu normalmenteSem necessidade de quórum mínimo, audiência prosseguiu normalmente
Sem necessidade de quórum mínimo, audiência prosseguiu normalmente
Você prefere ouvir essa matéria?
A- A+

Cerca de 15 pessoas se reuniram na audiência pública realizada hoje (8) na Câmara de Vereadores para discutir a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O momento foi oportunidade para que parlamentares, entidades e comunidade apresentassem demandas passíveis de inclusão no documento que controla os gastos e despesas municipais previstos para 2017. O vereador presidente da Comissão de Orçamento e Tomada de Contas (COTC), Rui Lorenzato (PT), destacou a importância do envolvimento da população nas decisões tomadas pela Câmara para a construção do projeto. “Se Passo Fundo precisa de duas escolas infantis, mas consta apenas uma na LDO, é isso que vale. Aí está a importância da comunidade compreender as peças da lei orçamentária dentro da democracia participativa”, explicou. A LDO está diretamente vinculada com o Plano Plurianual (PPA) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). A diferença entre eles é que a PPA é planejada para ser revista e reorganizada a cada quatro anos – contemplando todas as administrações – enquanto as outras duas são reavaliadas anualmente. A LOA, no entanto, é operacional: ela estabelece a quantificação detalhada de todos os gastos previstos anteriormente, pela LDO. Para 2017 a meta fiscal da lei de diretrizes é de pouco mais de R$ 649 milhões – 9% maior que o valor atual de R$ 540 milhões. Este número é uma projeção de quanto a administração prevê arrecadar no ano.

A partir desta audiência, a COTC estabelece prazos de regulamentação do processo. Emendas de inclusão, por exemplo, devem ser encaminhadas a partir do dia 9 até 18 de agosto, com recebimento de pareceres jurídicos nos dias 18 e 19. O parecer da comissão sobre as emendas deve ser apresentado nos dias 22 e 23 deste mês, passando, então, para votação do Plenário no dia 24. No dia 25 se dá o parecer da redação final e, no dia 26, a elaboração das assinaturas. O documento é, por fim, encaminhado para apreciação do Executivo Municipal no dia 29 de agosto.

Gostou? Compartilhe