Brasil ainda demora para incorporar novos medicamentos contra o câncer

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O FDA – órgão americano que regula medicamentos, aprovou 60 novas drogas contra o câncer nos últimos cinco anos, e o Brasil demora para incorporar a tecnologia para os pacientes.

 

Um levantamento do site Metrópoles, de Brasília, mostra que 60 medicamentos para o tratamento de ca?,ncer foram aprovados pelo Food and Drug Administration (FDA), entre 2013 e 2017, mas ate? hoje nenhum deles e? oferecido aos pacientes oncolo?gicos que dependem da sau?de pu?blica em nosso pai?s - SUS. A reportagem revela tambe?m que, dos 60, mais da metade (32) receberam registro da Age?,ncia Nacional de Vigila?,ncia Sanita?ria (Anvisa) e somente cinco foram incorporados ao rol de cobertura obrigato?ria pelos planos de sau?de – saúde privada, editado pela Age?,ncia Nacional de Sau?de Suplementar (ANS).

 

O maior obsta?culo na??o esta? na aprovac?a??o pela Anvisa, mas em fazer chegar o medicamento aos pacientes.  O problema do SUS e? o custo destas drogas inovadoras. Uma soluc?a??o simples seria a disponibilidade de pesquisa, estudos clínicos, aos pacientes com câncer e o abandono de tecnologias ultrapassadas, priorizando as novas, que são mais eficazes.

 

Nos EUA e Europa quase 60%-70% dos pacientes com câncer utilizam a pesquisa de novos medicamentos para poderem ter acesso as medicações de ponta. No Brasil, este assunto tem muitos mitos e somente 5% ou menos dos pacientes procuram esta via.

 

Pesquisa em câncer colorretal

O Instituto do Câncer Hospital São Vicente realiza estudo para pacientes com câncer colorretal metastático que apresentam mutação em BRAF e sejam elegíveis a receber terapia de 2ª ou 3ª linha. O tratamento em estudo inclui quimioterapia ou inibidor de BRAF e/ou inibidor de MEK, ambos em combinação com um anticorpo monoclonal anti-EGFR.

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