OPINIÃO

O pecado preferido do diabo...

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Leis, tábuas, diretrizes, decretos, normas entre outros marcadores de limite de conduta e caminhos para a boa convivência humana; tudo cai por terra quando o assunto é:

“Vaidade.”

A vaidade simples, por ela só, na esfera estética mostra na “desconstrução do Eu”, tudo o que não somos mas estamos tentando ser.

Isso não deve ser confundido com não ter capricho consigo ou com as coisas, mas os excessos que nutrem tais vaidades mostram, ao invés de algo que deveria ser belo, apenas uma maquiagem de algumas insatisfações consigo mesmo, que acabam por se transformar em compulsão.

Uma pessoa linda seja homem ou mulher, ela simplesmente é.

É ao se pronunciar, ao sorrir, ao expressar sua educação que nada tem a ver com cultura, mas, com a criação que teve, a cultura ajuda e muito, mas, também maquia a grossura, a soberba a arrogância, a maldade etc...

A vaidade em uma empresa ou em uma instituição causa danos às vezes irreversíveis num ambiente e também no relacionamento interpessoal chegando também a afetar os planejamentos da empresa e o relacionamento com clientes pelo simples fato de quem “assina o sim “ ou “o não” pensar que está com sua vaidade,” acima do bem e do mal.”

Eu diria que isso parece ser um tanto reptiliano e longínquo do sentimento de unidade.

A vaidade impossibilita isso, olhar o outro se permitindo estar na mesma plataforma e não pensar e agir com olhares de cima para baixo desnecessariamente, por querer manter a aparência sustentada pela vaidade= MEDO.

Imagine a cena: / Você encaminha um projeto que chega protocolado até uma mesa o responsável assina, passa para outro que também assina, e assim passando chega na divisa dos setores onde quem assina do lado de lá é outro que se acha “Deus”. Maquiado até os sapatos, este não se dá com o “Deus” do primeiro setor; sabe o que vai acontecer com o projeto?

Nada.

Vai morrer na gaveta , assim como soluções que poderiam dar certo para a empresa, tudo morre engavetado por vaidades. Vê-se isso todos os dias.

Os “vaidosos” não os caprichosos, não admitem que alguém abaixo deles possa ser melhor que eles, por medo. Maquiam-se por medo, sabotam por medo, declinam pessoas por medo e ferram grandes instituições por medo.

Mas desfilam impecáveis, garbosos aos olhos de quem os enxerga apenas com os olhos do cérebro, já viciado pela “normose” ( e acha que tudo é normal )por não possuírem a visão do coração, por serem conformistas, pela necessitarem de pseudo heróis para que possam se espelhar, pelo estímulo do externo.

Quantas coisas já poderiam ter sido resolvidas em ampla esfera, principalmente onde existe uma infinita mandala de seres humanos à procura de dias melhores, mas se subjugam à uma efeméride de demônios vaidosos onde tudo o que enxergam são apenas as suas necessidades, que serão satisfeitas a qualquer preço.

O principio disso?

Na infância, no momento do processo educativo ( em casa ) com os pais ou com os que criam e educam.

Por isso, o exemplo é a melhor forma de educar, mas, a presença de pai e mãe está sempre acima de tudo.

Ainda somos os mesmo e vivemos como nossos pais...Muitos de nós aprendeu valores essenciais e nos emprenhamos em mostrar a viga mestra. Nesse mundo precisamos uns dos outros.

O que vale 2 toneladas de ouro num avião que está caindo por excesso de peso com pessoas dentro? Ou U$ 100.000, se você estiver perdido no deserto? Aposto que se alguém tiver uma garrafinha de água mineral no deserto e quisesse vendê-la , você pagaria os cem mil dólares.

Somos o que somos.

Paz e luz !!!!

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