Escola de Hackers inicia atividades

O Escola de Hackers é um programa de governo da Prefeitura de Passo Fundo em parceria com a UPF

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Com o objetivo de oportunizar um espaço para o desenvolvimento de competências na área de programação de computadores e de raciocínio lógico-matemático, aconteceu nesta quarta-feira (10) a aula inaugural do Programa Escola de Hackers. O encontro foi realizado no auditório do Instituto de Ciências Exatas e Geociências (Iceg) da Universidade de Passo Fundo (UPF).

Desde 2014 já passaram pelo programa 839 alunos. Para 2019, são esperados aproximadamente 140 alunos das escolas municipais, com possibilidade de expansão das turmas. Participam as escolas de ensino fundamental Arlindo Luiz Osório, Dom José Gomes, Leão Nunes de Castro, Padre José de Anchieta e Professor Arno Otto Kiehl, além da escola de educação infantil Branca de Neve. Além disso, logo iniciará a turma da terceira idade, vinculada à Coordenadoria de Atenção ao Idoso (Comai).

O Escola de Hackers é um programa de governo da Prefeitura de Passo Fundo em parceria com a UPF. Pelo município, a coordenação é da Coordenadoria de Inovações Educacionais da Secretaria de Educação, através do Núcleo de Tecnologia. De acordo com a coordenadora, a professora Dra. Ivânia Campigotto Aquino, o programa busca tornar o aluno protagonista, tendo entre seus principais objetivos “criar alternativas de utilização para os laboratórios de informática das escolas públicas, proporcionar atividades que visam o desenvolvimento de processos criativos, sistemáticos e colaborativos de aprendizagem e, por fim, fomentar o interesse em torno das áreas de informática e matemática”, destaca.

Já pela UPF, a coordenação é do professor Dr. Adriano Canabarro Teixeira, que conta com uma equipe de extensionistas e estagiários. Para ele, o programa é uma oportunidade que requer disciplina, responsabilidade e motivação por parte dos alunos. “O hacker é a pessoa que tem paixão pelo que faz, que preza pela liberdade e pelo valor social, pensando no bem do outro. Ele usa da criatividade e do movimento para melhorar e mudar o mundo. Esse é um desafio para os alunos que irão se tornar programadores”, afirma Adriano.

As modalidades

Berçário de Hackers: alunos da educação infantil.
Escola de Hackers: alunos das séries finais do ensino fundamental.
Escola de Hackers Avançada: alunos das séries finais do ensino fundamental que se destacaram na Escola de Hackers.
Academia White Hat: idosos.

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