A cidade se prepara para promover, nos dias 15, 16 e 17 de agosto, a maior edição do Outlet Passo Fundo já realizada desde a criação do evento. A sexta edição do projeto promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) promete reunir mais de 60 empresas expositoras no Bourbon Shopping, local que também abriga estrutura completa de apoio ao público, incluindo estacionamento e praça de alimentação montada especialmente para a ocasião.
A expectativa da organização é de que esta edição supere não apenas o número de expositores, mas também o volume de visitantes e o sucesso comercial das feiras anteriores. Segundo o diretor da CDL, Roberto Estivalet, a diversidade de segmentos participantes é um dos destaques da programação. “Esse será o maior Outlet da história da cidade. Já nasce gigante. São mais de 60 empresas confirmadas, de setores variados como moda feminina, masculina e infantil, calçados, eletrônicos, decoração, beleza, acessórios, artigos esportivos e muito mais. Teremos de tudo um pouco, desde colchões até relógios”, afirma.
Projeção
Estivalet lembra que, na edição anterior, mesmo com 42 empresas participando, o evento atraiu entre 20 e 25 mil visitantes ao longo dos três dias, gerando um ticket médio estimado em R$ 300,00 por cliente. “Isso mostra que as ofertas realmente valem a pena. Muitos visitantes chegaram por curiosidade, para passear, e acabaram encontrando produtos excelentes com preços muito acessíveis”, explica.
Comércio local
A proposta do Outlet Passo Fundo é fortalecer o comércio local, proporcionando aos lojistas um ambiente propício para renovar estoques, movimentar mercadorias e reforçar o relacionamento com os consumidores. “O evento tem esse caráter duplo: para o comerciante, é uma chance de colocar dinheiro em caixa e oferecer produtos com garantia e qualidade; para o cliente, é uma oportunidade real de economia. São descontos que podem chegar a 70%”, destaca Estivalet.
Além disso, o evento contará com as já tradicionais “ofertas relâmpago”, que ocorrem ao longo de todo o dia. Segundo a organização, são promoções com preços muito abaixo do mercado, válidas por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. “Teve gente que comprou porta-espeto por R$ 10 na edição passada. As ofertas aparecem o tempo todo, o que torna a experiência ainda mais interessante para o público”, acrescenta o diretor da CDL.
Outro atrativo é a estrutura física da feira, pensada para garantir o conforto dos visitantes. “O ambiente no Bourbon Shopping é amplo, arejado, com espaços bem distribuídos. Não são aquelas feiras apertadas, onde mal se pode caminhar. Isso faz toda a diferença para quem quer circular com calma e aproveitar todas as oportunidades. Inclusive, recebemos muitos elogios da administração do próprio shopping pela organização do ano passado”, relata Estivalet.
Para este ano, a CDL também acredita em uma ampliação do público, mesmo que o ticket médio permaneça estável em relação a 2024. “Acreditamos que a visitação será ainda maior. Mesmo com o cenário econômico exigente, o consumidor está atento às boas oportunidades. E o Outlet oferece exatamente isso: produtos com qualidade, preços atrativos e a segurança de estar comprando de empresas locais”, reforça.
Além de bens de consumo, a feira também contará com empresas da área de serviços, como provedores de internet e operadoras de telefonia, que deverão apresentar ofertas especiais para os visitantes. “Ano passado tivemos promoções incríveis em serviços também, o que mostra como o Outlet é abrangente. As famílias encontram de tudo em um só lugar”, ressalta.
O Outlet Passo Fundo chega à sua sexta edição consolidado como um dos maiores eventos de promoção do comércio regional. Para a CDL, a continuidade e o crescimento do projeto são reflexo do comprometimento dos lojistas e da resposta positiva do público. “Esse evento é uma vitrine para o comércio local, mas também é um momento de encontro da comunidade, de lazer e de compra consciente. As pessoas vão ao Outlet, aproveitam, passeiam, comem algo na praça de alimentação e ainda voltam para casa com bons negócios fechados. É um modelo que deu certo”, finaliza Roberto Estivalet.


