Obra da Cadeia Pública atinge 62% de execução

Unidade com capacidade para 800 detentos deve ser concluída ainda este ano

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Obra deve ser concluída até o final de 2026 - DIUVLGAÇÃO: GOVERNO DO ESTADO Obra deve ser concluída até o final de 2026 - DIUVLGAÇÃO: GOVERNO DO ESTADO
Obra deve ser concluída até o final de 2026 - DIUVLGAÇÃO: GOVERNO DO ESTADO
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A obra da Cadeia Pública de Passo Fundo (CPPF) segue avançando e já alcança 62,5% de execução, considerando projeto e construção. Atualmente, os trabalhos concentram-se em etapas como alvenaria, instalações hidráulicas e elétricas, drenagem, além da implantação do acesso viário, coberturas e cercamento do complexo.

A estrutura está sendo construída em um terreno localizado no quilômetro 322 da BR-285 e terá capacidade para receber até 800 pessoas privadas de liberdade (PPL). O projeto prevê cerca de 100 celas, distribuídas em uma área construída de aproximadamente 18 mil metros quadrados, dentro de um espaço total intramuros que chega a 40 mil metros quadrados.

Considerada uma das principais obras do sistema penal na região norte do Estado, a nova unidade foi planejada para oferecer melhores condições tanto para os apenados quanto para os servidores. O complexo contará com setor administrativo, áreas destinadas a visitas e procedimentos de revista, além de espaços voltados à educação, ao trabalho e à saúde dos detentos.

Também estão previstos ambientes de apoio, como cozinhas, panificação, pavilhão de reciclagem, canil e alojamentos para os servidores. Esses espaços incluem ainda estrutura com academia e área de descanso, visando qualificar as condições de trabalho das equipes que atuarão na unidade.

Investimento

O investimento total na obra é de R$ 125 milhões, sendo R$ 48 milhões oriundos de recursos da União. A fiscalização dos trabalhos é realizada pela 7ª Coordenadoria Regional de Obras Públicas, que acompanha o andamento das etapas e o cumprimento do cronograma.

A expectativa é de que a cadeia pública seja concluída em 2026. Após entrar em funcionamento, a unidade deverá contribuir diretamente para a redução da superlotação no sistema prisional da região, um problema enfrentado por municípios do norte gaúcho. Além disso, a nova estrutura busca atender diretrizes mais modernas de gestão prisional, com foco na ressocialização dos detentos por meio de atividades educacionais e laborais.

A implantação da CPPF também é vista como estratégica para reorganizar a distribuição de presos entre as unidades já existentes, aliviando a pressão sobre estabelecimentos que operam acima da capacidade e permitindo melhores condições de segurança e atendimento.

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